DISPUTAS IDENTITÁRIAS: PÓS-MODERNIDADE E TEORIA QUEER
DOI:
https://doi.org/10.21665/2318-3888.v5n9p195-216Resumo
Neste artigo discorreremos sobre identidades de gênero, partindo da premissa que toda identidade é uma construção social e relacional e todo indivíduo é fragmentado e múltiplo. Tomando como referência @s transgêneros como sujeit@s da pós-modernidade, iniciaremos com uma revisão bibliográfica para compreender como a mulher lidou historicamente com o patriarcalismo. Fazendo uma relação entre a construção do Ser mulher em uma relação de alteridade com o seu Outro, o homem, perceberemos como os discursos das instituições sociais as categorizavam com um grau de inferioridade, uma vez que por muito tempo foi nomeada e construída pelos discursos masculinos. Esse percurso de primeiro pensar a construção da mulher foi necessário para compreendermos como a população trans feminina lidou com a construção de suas identidades perante as relações de poder, em um debate a partir da teoria queer, refletindo como el@s tornaram-se sujeit@s “fora da norma” (abjetos) em uma sociedade constituída pelo viés da heteronormatividade.
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Publicado
12-09-2017
Como Citar
MENESES, Cleber Souza. DISPUTAS IDENTITÁRIAS: PÓS-MODERNIDADE E TEORIA QUEER. Ambivalências, São Cristóvão-SE, v. 5, n. 9, p. 195–216, 2017. DOI: 10.21665/2318-3888.v5n9p195-216. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/Ambivalencias/article/view/6312. Acesso em: 21 abr. 2026.
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Artigo
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