O fascismo fala às massas – Resenha de “A linguagem fascista”, de Carlos Piovezani e Emilio Gentile

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Resumo

A ascensão da extrema direita nos últimos anos aconteceu em sequência ao fim de governos que adotaram posturas progressistas no que condiz à concessão de direitos. Assim, após o governo de Barack Obama (2009-2017), o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, tivemos a eleição do republicano Donald Trump; no Brasil, por sua vez, os doze anos de governos petistas foram encerrados com o impedimento da presidente Dilma Rousseff, em 2016. Dois anos mais tarde, Jair Messias Bolsonaro, então filiado ao Partido Social Liberal (PSL), foi eleito presidente. Frente a esse quadro, interrogamo-nos: como lideranças extremistas, associadas a discursos fascistas, conseguiram conquistar legiões de seguidores? Essa questão foi o cerne do livro A linguagem fascista , escrita por Carlos Piovezani e Emilio Gentile, lançado pela editora Hedra, em 2020. Os autores possuem amplo conhecimento nos estudos acerca de linguagem e dos fascismos; Piovezani é linguista e professor associado do Departamento de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de São Carlos. Além disso, atuou como professor convidado na École de Hautes Études en Sciences Sociales e foi autor de obras

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Biografia do Autor

Katty Cristina Lima Sá, GTempo/UFS

Katty Cristina Lima Sá é mestre em História Comparada pela UFRJ, graduada em História pela UFS e integrante do Grupo de Estudos do Tempo Presente.

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Publicado

2026-05-19

Como Citar

Lima Sá, K. C. (2026). O fascismo fala às massas – Resenha de “A linguagem fascista”, de Carlos Piovezani e Emilio Gentile. Crítica Historiográfica, 2(esp.). Recuperado de https://periodicos.ufs.br/criticahistoriografica/article/view/25142