A publicidade como discurso de hegemonia
a estética do consumo na era neoliberal
DOI:
https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i1.23488Resumo
Este artigo analisa a publicidade como discurso de hegemonia no neoliberalismo brasileiro, sob uma abordagem teórico-crítica. Baseado em autores como Arruda, Bolaño e Gramsci, argumenta que a publicidade opera como linguagem ideológica na formação de subjetividades neoliberais. Discutem-se quatro dimensões: o consenso pelo desejo, o consumo como cidadania, a positividade que apaga o conflito e a diversidade estetizada como governamentalidade. Conclui-se que a publicidade, ao traduzir imperativos do capital em afetos e narrativas, é central na consolidação da hegemonia neoliberal, exigindo nova crítica teórica.
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