A publicidade como discurso de hegemonia

a estética do consumo na era neoliberal

Autores

  • Erivelto Amarante UFPR

DOI:

https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i1.23488

Resumo

Este artigo analisa a publicidade como discurso de hegemonia no neoliberalismo brasileiro, sob uma abordagem teórico-crítica. Baseado em autores como Arruda, Bolaño e Gramsci, argumenta que a publicidade opera como linguagem ideológica na formação de subjetividades neoliberais. Discutem-se quatro dimensões: o consenso pelo desejo, o consumo como cidadania, a positividade que apaga o conflito e a diversidade estetizada como governamentalidade. Conclui-se que a publicidade, ao traduzir imperativos do capital em afetos e narrativas, é central na consolidação da hegemonia neoliberal, exigindo nova crítica teórica.

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Biografia do Autor

Erivelto Amarante, UFPR

Doutor em Ciência Política e mestre em Comunicação pela UFPR.

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Publicado

2026-05-29

Como Citar

Amarante, E. (2026). A publicidade como discurso de hegemonia: a estética do consumo na era neoliberal. Revista Eletrônica Internacional De Economia Política Da Informação Da Comunicação E Da Cultura, 28(1), 64–77. https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i1.23488