A análise de classe da comunicação, ou a crítica de sua economia política

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i1.25198

Resumo

Há convergência nas avaliações do campo de que a emergência nos estudos em comunicação do que, ao se constituir como uma espécie de subcampo, se denominou como economia política da cultura e da comunicação foi tardia em relação a outras perspectivas. César Bolaño, Guillermo Mastrini e Francisco Sierra (2005, 18) traçam um quadro regional de referências de seu desenvolvimento. Assinalam que os “dois principais grupos” que lhe conferiram status disciplinar foram a “escola norte-americana” de Dallas Smythe e Herbert Schiller e — embora acreditem que não se possa falar em sentido estrito de uma escola — o grupo europeu: por um lado, os britânicos Nicholas Garnham, Peter Golding e Graham Murdock; e, por outro, os teóricos franceses Patrice Flichy, Bernard Miège e Dominique LeRoy, entre outros. Os autores acrescentam a contribuição latino-americana, embora mais heterogênea e difusa, remontando-a às análises econômicas da Cepal, passando pelos questionamentos feitos pelas teorias da dependência às perspectivas desenvolvimentistas e pela contribuição latino-americana ao debate sobre a Nova Ordem Mundial da Informação...

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Biografia do Autor

Mariano Zarowsky, Universidade de Buenos Aires

Professor da Universidade de Buenos Aires. Pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica (CONICET) da Argentina.

Bruno Marinoni , Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Doutor em Sociologia e Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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Publicado

2026-05-29

Como Citar

Zarowsky, M., & Marinoni , B. (2026). A análise de classe da comunicação, ou a crítica de sua economia política. Revista Eletrônica Internacional De Economia Política Da Informação Da Comunicação E Da Cultura, 28(1), 13–35. https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i1.25198