The human being ontologically open to the divine. A reflection starting from E. Stein
DOI:
https://doi.org/10.52052/issn.2176-5960.pro.v17i49.24831Resumo
Este artigo examina, através da fenomenologia de Edith Stein, a abertura inerente do ser humano ao divino.
Argumenta que a experiência humana da limitação — especialmente a busca por sentido e o confronto com a
morte — revela uma orientação para uma fonte transcendente. Sinais externos na natureza e dinâmicas
internas como a motivação, a força vital e a estrutura do “eu” indicam que os seres humanos se apoiam em
um fundamento que os transcende. A síntese de filosofia e teologia proposta por Stein demonstra que a
pessoa só pode compreender plenamente sua existência reconhecendo esse fundamento divino. Em contraste
com as tentativas modernas de autocriação e transcendência tecnológica, o artigo clama por uma renovada
consciência dos limites humanos e da responsabilidade ética que deles decorre.