Formas sociales de corporización
etnografía, ansiedad y autolesión
DOI:
https://doi.org/10.21665/2318-3888.v14n27p245Palabras clave:
Ansiedad. Emoción. Corporización. Antropología.Resumen
El tema de la salud mental a menudo Incorpora diferentes modelos de comprensión, desde aspectos fundamentales como la Inminencia de imágenes catastróficas hasta la dimensión somática de los procesos de enfermedad. Por lo tanto, parte de lo que se pretende en este ensayo es utilizar una resignificación etnográfica de las categorías de ansiedad y autolesión. Abordo un conjunto de relatos de sufrimiento de tres adolescentes, de entre 15 y 17 años, estudiantes de una escuela de formación profesional en el Interior de Ceará. Sus testimonios, sobre lo que podría denominarse una experiencia ansiosa, se comparan con las diferentes maneras en que la ciencia antropológica concibe los procesos de corporización del mundo, el tiempo y la cultura. Así, sus narrativas de aflicción se problematizan, no como patologías Individuales, sino como estructuras emocionales corporizadas, Inexorablemente permeadas por la relación del sujeto con el cuerpo.
Sumisión: 26 sep. 2025 ⊶ Aceptado: 22 feb. 2026
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