Social forms of embodiment

ethnography, anxiety, and self-harm

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21665/2318-3888.v14n27p245

Keywords:

Anxiety. Emotion. Embodiment. Anthropology.

Abstract

The theme of mental health often incorporates different models of understanding, from fundamental aspects such as the imminence of catastrophic images to the somatic dimension of illness processes. Therefore, part of what is intended in this essay is to make use of an ethnographic re-signification of the categories of anxiety and self-harm. I address a set of accounts of suffering from three adolescents, aged between 15 and 17 years, students of a vocational education school in the interior of Ceará. Their testimonies, regarding what can be called an anxious experience, are compared with different ways in which anthropological science conceives processes of embodiment of the world, time, and culture. Thus, their narratives of affliction are problematized, not as individual pathologies, but as embodied emotional structures, inexorably permeated by a relationship of the subject with the body.

Submission: Sep 26, 2025 ⊶ Accepted: Feb 22, 2026

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Author Biography

Alef de Oliveira Lima, Universidade Federal do Ceará

Adjunct Professor in the Department of Social Sciences at the Federal University of Ceará, specializing in Anthropological Theory. Postdoctoral fellow in the Graduate Program in Sociology at the Federal University of Ceará. PhD and Master's degrees in Social Anthropology from the Graduate Program in Social Anthropology at the Federal University of Rio Grande do Sul. He holds a Bachelor's degree in Social Sciences from the Federal University of Ceará.

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Published

2026-06-07

How to Cite

LIMA, Alef de Oliveira. Social forms of embodiment: ethnography, anxiety, and self-harm. Ambivalências, São Cristóvão-SE, v. 14, n. 27, p. 245–266, 2026. DOI: 10.21665/2318-3888.v14n27p245. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/Ambivalencias/article/view/n27p245. Acesso em: 20 aug. 2026.