De la modernidad eurocéntrica a los estudios decoloniales
los aportes esenciales de Enrique Dussel y Aníbal Quijano
DOI:
https://doi.org/10.21665/2318-3888.v14n27p285Palabras clave:
Modernidad. Eurocentrismo. Decolonialidad. Colonialidad del Poder.Resumen
Este artículo analiza cómo la difusión de los ideales de la Ilustración y el racionalismo cartesiano consolidó un modelo eurocéntrico de humanidad que se impuso como referencia universal durante la expansión colonial. Este paradigma legitimó la dominación de los pueblos de América Latina, Asia y África, contribuyendo al proceso sistemático de Invisibilización de sus legados históricos, culturales y científicos. Para problematizar esta cuestión, el estudio moviliza dos contribuciones teóricas convergentes: la perspectiva de la transmodernidad, de Enrique Dussel, y el concepto de colonialidad del poder, de Aníbal Quijano. Metodológicamente, se adopta el pluralismo jurídico-epistémico, con el objetivo de valorar las voces y epistemologías de los pueblos históricamente colonizados. Concluye que los estudios decoloniales constituyen una herramienta esencial para desestabilizar el paradigma racionalista eurocéntrico y promover nuevas formas de comprender el mundo desde el sur global.
Sumisión: 05 ene. 2026 ⊶ Aceptado: 17 mar. 2026
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