COM SUAS BENFEITORIAS, QUINTAL E MANGUEIRA
O HABITAR TROPEIRO A PARTIR DOS INVENTÁRIOS POST-MORTEM (CASTRO, SÉCULO XIX)
Palavras-chave:
Cultura Material, Inventários post-mortem, TropeirismoResumo
Buscamos neste artigo compreender quais eram as formas de morar das famílias tropeiras em Castro, município localizado nos Campos Gerais do Paraná, cuja economia e sociedade foram marcadas pela criação de gado vacum, pela invernagem e pela lavoura destinada ao abastecimento das tropas que percorriam o caminho do Viamão. Partimos da hipótese de que, numa localidade rural e pouco abastada, a unidade doméstica não era composta apenas pela casa, mas por um conjunto articulado de espaços dedicados à agropecuária. Para tanto, analisamos um banco de dados composto por 145 inventários post-mortem abertos entre 1830 e 1879, em diálogo com relatos de dois viajantes estrangeiros que atravessaram os Campos Gerais em diferentes momentos do oitocentos.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Horizontes Históricos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Os direitos autorais dos artigos publicados pertencem à Revista Discente do PROHIS/UFS Horizontes Históricos. A reprodução total dos artigos desta revista em outras publicações, ou para qualquer outra utilidade, está condicionada à autorização escrita do(s) Editor(es). Pessoas interessadas em reproduzir parcialmente os artigos desta revista (partes do texto que excedam a 500 palavras, tabelas e ilustrações) deverão ter permissão escrita do(s) autor(es).
Licença