A nova embalagem verde do sistema
mercado de carbono, mobilidade ativa, colonialidade ambiental e o esvaziamento do pensamento decolonial
DOI:
https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i2.23495Resumo
Ancorado no legado crítico de Maria Arminda do Nascimento Arruda, autora de A Embalagem do Sistema (1985), o artigo problematiza a instrumentalização das causas socioambientais pela lógica neoliberal e as tensões entre discursos corporativos e as práticas efetivas de transformação socioambiental. O corpus de análise é a empresa Tembici, cuja atuação em mobilidade ativa e créditos de carbono é investigada. O quadro teórico adotado mescla conceitos da publicidade com perspectivas da decolonialidade, permitindo uma crítica aprofundada da apropriação simbólica e mercadológica das causas socioambientais. Conclui-se que as estratégias corporativas atuais sofisticam a maquiagem verde, mascarando uma exploração neocolonial.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Fabio Del Nero

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
A Revista Eptic adota a CC BY-NC-SA 4.0 onde os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, para fins não comerciais e somente desde que sejam dados os devidos créditos ao autor ou licenciador.
Ao submeterem qualquer texto à Revista, os autores declaram que os materiais apresentados estão livres de direito cópia (copyright), não cabendo, portanto, à Revista EPTIC e a seus editores, quaisquer responsabilidades jurídicas. As submissões, se aprovadas, serão publicados pela Revista sob a licença Creative Commons CC BY-NC-AS.







Licenciada por