Drones de carne

guerra imperialista como laboratório para o mundo do trabalho  e a genealogia militar da plataformização

Autores

  • Kenzo Soares Seto NETLAB- Microssociologia e Estudos de Rede, grupo de pesquisa certificado pelo CNPQ vinculado a Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ao Instituto Brasileiro de Informação, Ciência e Tecnologia (IBICT). https://orcid.org/0000-0002-9137-5339

DOI:

https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i2.24644

Resumo

Este artigo propõe uma genealogia militar da plataformização do trabalho, argumentando que a economia política da  guerra imperialista implica nos campos de batalha não apenas como laboratório de tecnologias digitais, mas das relações sóciotécnicas de comando, controle e restrição da resistência coletiva que governam o trabalho de plataforma contemporâneo. Rastreando três momentos constitutivos, a cibernética de Wiener, a guerra remota de Zworykin e as redes da DARPA,o artigo analisa como a lógica marcial de disciplina e prevenção do motim migrou para o conflito de classe, inscrevendo no design sociotécnico das plataformas o enfrentamento a organização dos trabalhadores.

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Biografia do Autor

Kenzo Soares Seto, NETLAB- Microssociologia e Estudos de Rede, grupo de pesquisa certificado pelo CNPQ vinculado a Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ao Instituto Brasileiro de Informação, Ciência e Tecnologia (IBICT).

Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ (PPGCOM/ECO-UFRJ) (2019). Graduação em Comunicação Social - habilitação Jornalismo na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ) (2016). Membro do grupo de pesquisa NETLAB - ECO/IBICT.

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Publicado

2026-10-19

Como Citar

Seto, K. S. (2026). Drones de carne: guerra imperialista como laboratório para o mundo do trabalho  e a genealogia militar da plataformização. Revista Eletrônica Internacional De Economia Política Da Informação Da Comunicação E Da Cultura, 28(2), 158–174. https://doi.org/10.54786/revistaeptic.v28i2.24644