Da Segurança Nacional à Insegurança Jurídica nas Telecomunicações: o Código Brasileiro de Telecomunicações, 45 Anos Depois

Autores/as

  • Octavio Penna Pieranti Fundação Getulio Vargas

Palabras clave:

Radiodifusão, Telecomunicações, Indústria Midiática, Código Brasileiro de Telecomunicações

Resumen

Desde 1962, quinze Presidentes da República, incluindo os interinos, alternaram-se no poder. No mesmo período, a moeda brasileira mudou de nome sete vezes, em meio a idas e vindas do Cruzeiro que teimava em resistir. O Brasil modernizou-se e, com ele, as Comunicações. Em 1962, o país – ou melhor, uma ínfima parte dele - sonhava vagamente com o que viriam a ser Telebrás, Embratel e Radiobrás. A estação de Tanguá e os satélites Brasilsat I e II fariam parte de uma infra-estrutura distante. A transmissão em freqüência modulada não se impunha no rádio brasileiro e a televisão aventurava-se em preto, branco e tons de cinza. Em 1962, depois de nove anos de discussão, foi promulgado o Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT).

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Octavio Penna Pieranti, Fundação Getulio Vargas

Jornalista, doutorando em Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EBAPE/FGV) e mestre em Administração Pública pela mesma instituição. Autor de Políticas Públicas para Radiodifusão e Imprensa (Ed. FGV, 2007) e organizador e autor de Estado e Gestão Pública: Visões do Brasil Contemporâneo (Ed. FGV, 2006)

Publicado

2011-12-28

Cómo citar

Pieranti, O. P. (2011). Da Segurança Nacional à Insegurança Jurídica nas Telecomunicações: o Código Brasileiro de Telecomunicações, 45 Anos Depois. Revista Eletrônica Internacional De Economia Política Da Informação, Da Comunicação E Da Cultura - Eptic, 9(3). Recuperado a partir de https://periodicos.ufs.br/eptic/article/view/252