CIRCUNSTÂNCIAS E IMPACTOS ASSOCIADOS AOS EVENTOS EXTREMOS DE CHUVAS EM BARRA DOS COQUEIROS/ SERGIPE

THE CASE OF BARRA DOS COQUEIROS/ SERGIPE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33360/geonordeste.v36i.22583

Resumo

O estudo do clima urbano possibilita compreender como as alterações na dinâmica socioespacial de áreas urbanas alcançam os sistemas atmosféricos, e como os seus efeitos afetam a vida em sociedade. Com o intuito de compreender como o cotidiano social em Barra dos Coqueiros é impactado pelos eventos extremos de chuva, buscou-se fazer uso de abordagem qualiquantitativa de base sistêmica, associando o sistema clima urbano e a periodização/espacialização dos eventos pluviais extremos e seus impactos. Constatou-se, pelos procedimentos metodológicos adotados, que os eventos extremos de chuva ocorrem, principalmente, entre o final do outono e por todo o inverno quando ocorrem chuvas diárias acima de 30 mm num período de vinte e quatro horas, desencadeadas por intensos sistemas frontais (massa polar atlântica), DOL e vórtices (VCAN), além da influência exercida pela umidade proveniente do Oceano Atlântico, impactando a vida cotidiana dos citadinos com panoramas de alagamentos e inundações.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Thiago Duarte Muniz, Universidade Federal de Sergipe

Doutorando e Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe (PPGEO/UFS). Dedica-se à pesquisa em Dinâmica Socioambiental (especialidade Climatologia Geográfica) voltada aos temas Clima Urbano, Riscos Híbridos, Vulnerabilidade Socioeconômica, Resiliência Ambiental e Percepção Climática. O pesquisador é graduado em Geografia Licenciatura Plena e especialista em Educação Ambiental pela Universidade Federal de Sergipe, além de integrante do grupo de pesquisa em Geoecologia e Planejamento Territorial (GEOPLAN/UFS/CNPq). Já foi revisor do periódico Diversitas Journal (UNEAL) entre 2021-2024 e, atualmente, é revisor da Revista da ANPEGE (UFGD), qualis A1; da Revista GEOgraphia (UFF), qualis A2; da Revista de Estudos e Pesquisas em Ensino de Geografia - PESQUISAR (UFSC), qualis B1; e da Revista Sergipana de Educação Ambiental (UFS), qualis B1. Também é docente efetivo da rede pública estadual e municipal de Sergipe nos ensinos fundamental e médio, atuando como supervisor técnico docente de estudantes em estágio curricular obrigatório (principalmente dos licenciandos em formação, regularmente matriculados na graduação de Licenciatura em Geografia em IES), bem como os licenciandos em formação inicial pelo Programa Licenciandos na Escola (PROLICE/UFS). Durante a graduação em Geografia foi bolsista do Programa Institucional do Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq). Tem experiência no ensino superior como tutor (UAB/CAPES/CESAD/UFS) das disciplinas da Geografia Física/Ambiental (Climatologia Sistemática, Geologia Geral, Geomorfologia Fluvial e Hidrografia, além de Geomorfologia Costeira), bem como da Geografia Humana (Geografia Urbana, Geografia da População, História do Pensamento Geográfico e Organização do Espaço Mundial).

Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto, Universidade Federal de Sergipe

Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto, (PINTO, J.E.S.S.) vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO) da Universidade Federal de Sergipe, é doutora pela UNESP, campus de Rio Claro, desde 1997. Data de 1982, seu Mestrado pela USP. Graduada em Licenciatura Em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (1978), possui graduação em Bacharelado Em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (1980), Coordenou o Doutorado e o Mestrado da Universidade Federal de Sergipe (NPGEO). É professor Associado da Universidade Federal de Sergipe, Orientou Iniciação Científica, Trabalho de conclusão e curso (graduação), Mestrado e Doutorado na área de Geociências, com ênfase em Climatologia Geográfica, atuando principalmente nos seguintes temas: Sergipe, clima, semiárido, recursos hídricos, dinâmica ambiental, bacia hidrográfica, meio ambiente, análise socioambiental, clima socioambiental urbano, teorias e técnicas em dinâmica ambiental, geografia. Até a presente data formou trinta mestres e dez doutores. Supervisionou bolsistas de pós doc, em número de quatro. Publicou livros, capítulos e artigos em periódicos, anais de eventos, em autoria e coautoria. Participou como fundadora do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos (PRORH), na UFS. Atua em pesquisas no campo da Dinâmica Ambiental, com ênfase em Climatologia Geográfica, tendo participado em Mesas redondas e conferências sobre mudanças climáticas e sobre clima urbano. No início, o semiárido foi a perspectiva de ação em pesquisa e orientação e construção de livro e artigos. Em que pese ainda continuar na linha de pesquisa, tem integrado o Grupo de Trabalhos na ENANPEGE, sobre Problemática Socioambiental Urbana, no qual centra estudos e publicações mais recentes. Participou, como vice-diretora da Associação Brasileira de Climatologia no princípio de sua ação. Organizou e coordenou o VI SBCG, em Aracaju, Sergipe, Brasil. Avaliadora em Comissões diversas e bancas de conclusão de cursos. Integra comissão científica dos periódicos Canindé (MAX/UFS) - Caderno do Estudante (UFS) e - Geonordeste (UFS) . Assessor Ad Hoc da FACEPE (Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco. Integrou a Diretoria da ABClima. Homenageada por contribuição para a CIÊNCIA GEOGRÁFICA, Em sessão especial durante o XIV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CLIMATOLOGIA GEOGRÁFICA, Merecedora de HOMENAGEM NO LIVRO 70 ANOS DA GEOGRAFIA SERGIPANA (1951-2021): NOS CAMINHOS DA MEMÓRIA.Pesquisadora do Observatório das Metrópoles, Núcleo de Aracaju-SE. 

Downloads

Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Artigo: Dinâmica Ambiental