SOB A ÓTICA ANIMAL: ANTROPOLOGIA E RUPTURA EPISTEMOLÓGICA EM DERRIDA

Authors

  • Renato Izidoro da Silva Prof. do Dept. de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Doutor em Educação

DOI:

https://doi.org/10.52052/issn.2176-5960.pro.v10i24.7186

Abstract

O presente ensaio recolhe para si, como objeto teórico de estudo filosófico, a questão hipotética da perspectiva animal em relação ao humano e as suas implicações epistemológicas e ontológicas para o pensamento antropológico ocidental acerca das relações políticas compreendidas com base no conceito de alteridade, não apenas referente aos intercâmbios e conflitos entre os povos humanos, mas também concernente às trocas existentes entre esses e os outros seres animados e inanimados. No sentido de cumprir com essa meta, optamos, como procedimento metodológico, por estabelecer um diálogo entre dois textos responsáveis por tratarem da problemática do animal no pensamento antropológico – sobre o homem – ocidental; mais especificamente sobre a tradição filosófica do tema e suas antíteses. Os referidos documentos são: a) O animal que logo sou, do filósofo franco-argelino Derrida (2011) e b) Metafísicas canibais, do antropólogo brasileiro Viveiros de Castro (2015). Nossa hipótese central é a de que Derrida termina onde os indígenas há muito começaram.

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Published

2017-09-07

How to Cite

da Silva, R. I. (2017). SOB A ÓTICA ANIMAL: ANTROPOLOGIA E RUPTURA EPISTEMOLÓGICA EM DERRIDA. Prometheus - Journal of Philosophy, 10(24). https://doi.org/10.52052/issn.2176-5960.pro.v10i24.7186

Issue

Section

Dossiê Semana de Filosofia da Linguagem - GEFILUFS