Museología social y museos universitarios

una experiencia de docencia, investigación y extensión con el Kamayurá

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33467/conci.v7i.22275

Palabras clave:

Mediación intercultural, Museología social, Museos universitarios

Resumen

Este artículo da cuenta de un proceso de museología social que involucra docencia, investigación y extensión en un museo universitario. Se aborda el tema de la museología social como un campo que trabaja con la memoria y el patrimonio en la línea de la transformación social, a partir de acciones que promueven la ciudadanía y el protagonismo social de los sujetos involucrados. Se considera que el desarrollo sostenible es complejo y necesita incluir en sus propuestas aspectos de memoria y
aspectos patrimoniales de las comunidades. También se sostiene que las universidades están comprometidas con la realización de estudios y proyectos interdisciplinarios para la intervención social. Para ello, se presenta una experiencia articulada en la Universidad Federal de Bahia, que incluyó enseñanza, investigación y extensión de forma integrada con el grupo indígena Kamayurá. Se concluye con la idea de que la realización de experiencias museísticas con grupos indígenas enriquece los procesos de musealización, investigación y comunicación, en una doble vía tanto en las instituciones museísticas convencionales como en los espacios de las poblaciones indígenas.

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Biografía del autor/a

Sidélia Teixeira, Universidad Federal de Bahía

Doctorado en Estudios Contemporáneos. Universidad Federal de Bahía.

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Publicado

2024-12-31

Cómo citar

TEIXEIRA, Sidélia. Museología social y museos universitarios: una experiencia de docencia, investigación y extensión con el Kamayurá. ConCI: Convergências em Ciência da Informação, São Cristóvão, v. 7, n. especial, p. 1–19, 2024. DOI: 10.33467/conci.v7i.22275. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/conci/article/view/22275. Acesso em: 20 ago. 2026.