Do conceito à prática

licenciandos do IFCE Crateús e produção de jogos educativos para inclusão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47250/forident.v42n1.p147-161

Palavras-chave:

Educação Inclusiva. Jogos Educativos. Formação de Professores. IFCE campus Crateús.

Resumo

A educação Inclusiva é um tema de crescente importância no contexto educacional, pois busca garantir que os estudantes, Independentemente de suas diferenças, tenham acessoà aprendizagem igualitária. Este artigo analisaa experiência dos licenciandos do IFCE Crateús na criação de jogos educativos Inclusivos, desenvolvidos na disciplina “Educação Inclusiva”. A proposta visa preparar futuros educadores para atuarem em contextos diversos, promovendo uma aprendizagem equitativa. Utilizou-se questionário online com licenciandos de Letras, Música e Geografia, além de revisão bibliográfica e consulta a documentos oficiais como a LDBEN (1996) e a PNEEPEI (2008). Os objetivos Incluem compreender as percepções dos estudantes sobre os jogos e seus impactos na Inclusão. Os resultados apontam que a produção dos jogos fortaleceu a formação e estimulou a criatividade dos licenciandos. Conclui-se que práticas colaborativas entre alunos e professores geram recursos pedagógicos eficazes para uma educação mais Inclusiva.

Submissão: 15 mar. 2026 ⊶ Aceite: 20 mai. 2026

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Sara Samyla da Silva Lucas, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFCE

Estudante de Licenciatura em Geografia (IFCE campus Crateús).

Cibelle Eurídice Araújo Torres, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFCE

Orientadora: Mestre em Teologiacom linha de pesquisa em Educação com Infância e Juventude pela Faculdade EST/UFRGS. Professora de Libras e Educação Inclusiva (IFCE campus Crateús).

Referências

ALMEIDA, J. (2020). Formação de Professores e Práticas Inclusivas. Revista Brasileira de Educação Inclusiva.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. Lei n.º 9.394,de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1996.

BRASIL. Políticanacional de educaçãoespecial na perspectiva da educação Inclusiva. Revista Inclusão, Brasília, DF, v. 4, n. 1, p. 7-17, jan./jun. 2008. Disponível em: *Política Nacional de Educação Especial na (https://mec.gov.br). Acesso em: 20 jun. 2024.

BUENO, J. G. S. Educação Inclusiva: desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Educação, v. 17, n. 49, p. 19-44, 2012.

FERREIRA, A. E. da S. Jogos Didáticos: um caminho para a educação Inclusiva no

componente curricular de história. 2024. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso – Universidade do Estado do Amazonas-UEA Centro de Estudos Superiores de Tefé – CEST, Amazonas, 2024.

FERREIRA, M. (2019). Construção Colaborativa de Materiais Acessíveis na Educação.

Educação e Inclusão.

GIOCA, M. I. O jogo e a aprendizagem na criança de 0 a 6 anos. 2001. 69 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) – Centro de Ciências Humanas e Educação da Universidade do Amazonas, Belém do Pará, 2001.

KISHIMOTO,T. M. O jogo e a educação Infantil. Revista Brasileira de Educação, n. 8, p. 65-74, 1998.

MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.

O’BRIEN, J. (2014). Educação Inclusiva: Teoria e Prática. Editora Educativa.

PIAGET, J. (1976). A Formação do Símbolona Criança: I. Jogo e Simbolismo. Editora Martins Fontes.

PINTO, J. C. S. et al. (2023). A Importância da Atividade Lúdica na Educação Inclusiva. Rebena – Revista Brasileira de Ensino e Aprendizagem, 7, 330-342. Disponível em: https://rebena.emnuvens.com.br/revista/article/view/158. Acesso em: 27 maio 2024.

SANTOS, L. (2018). Jogos Educativos e Inclusão: Uma Abordagem Prática. Revista de Educação Especial.

SCHÖN, D. A. Educating the Reflective Practitioner: Toward a New Design for Teaching and Learning In the Professions. San Francisco: Jossey-Bass, 1983.

SILVA, R. S.; SILVA, I. R. da; SCHÜTZ, J. A. As Contribuições do AEE para o desenvolvimento das criançascom Dificuldades de Aprendizagem. Revista Missioneira, v. 23, n. 2, p. 23-38, 2021. Disponível em: Vista do AS CONTRIBUIÇÕES DO AEE PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM (https://uri.br). Acesso em: 25 maio 2024.

SOUZA, M. L. de; MACHADO, A. dos S. Perspectivas e desafios da educação Inclusiva: uma revisão bibliográfica. Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, PE, v. 9, n. 20, p. 24-49, set./out./nov./dez. 2019. ISSN 2177-8183. Disponível em: https://www.periodicos.univasf.edu.br. Acesso em: 24 set. 2024.

TAVARES, L. M. F. L.; SANTOS, L. M. M. dos; FREITAS,M. N. C. A educação Inclusiva:

um estudo sobre a formação docente. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 22, n. 4, p. 527-542,Out.-Dez., 2016. Disponível em: v22,n4_2016.indd (https://scielo.br). Acesso em: 05 out. 2024.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Publicado

2026-07-12

Como Citar

LUCAS, Sara Samyla da Silva; TORRES, Cibelle Eurídice Araújo. Do conceito à prática: licenciandos do IFCE Crateús e produção de jogos educativos para inclusão. Revista Fórum Identidades, Itabaiana-SE, v. 42, n. 1, p. 147–161, 2026. DOI: 10.47250/forident.v42n1.p147-161. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/forumidentidades/article/view/v42p147. Acesso em: 17 ago. 2026.

Edição

Seção

Seção Livre