O TRATAMENTO DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES – GESTAR II

Autores

  • Valéria Rios Oliveira Alves
  • Maria da Conceição Ferreira de Souza

Resumo

A publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1998, foi fruto de amplas discussões. Esse documento representou avanços na política educacional do país, refletindo a influência de pesquisas linguísticas de diversos campos, inclusive as contribuições da Sociolinguística. Com o objetivo de suprir a necessidade de transpor os conhecimentos teóricos que embasam os PCN para a sala de aula, vários programas têm sido instituídos pelo governo federal, entre eles, o GESTAR II. Este artigo teve por objetivo analisar o tratamento dado à variação linguística nos materiais de um programa de formação continuada em serviço, voltado para professores do Ensino Fundamental, o GESTAR II de Língua Portuguesa. Para tanto, tomamos como objeto de investigação os materiais de referência do referido programa, mais especificamente os cadernos referentes ao eixo “Linguagem e Cultura”, nos quais são apresentados ao professor cursista um aporte teórico acerca da variação linguística, e também, propostas de atividades para aplicação em sala de aula sobre a temática. Assim, à luz de autores como Bortoni-Ricardo (2004; 2005), Bagno (1999; 2007), Mollica (2003), Camacho (2011) entre outros, descrevemos e analisamos algumas atividades propostas nesses materiais, a fim de verificar quais inovações ou contribuições podem trazer para a formação (sócio)linguística do professor.

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Como Citar

ALVES, Valéria Rios Oliveira; DE SOUZA, Maria da Conceição Ferreira. O TRATAMENTO DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES – GESTAR II. Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura, São Cristóvão-SE, v. 17, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/interdisciplinar/article/view/1331. Acesso em: 15 jun. 2026.

Edição

Seção

Dossiê: Ensino de línguas, literaturas e novas tecnologias