LEITURA EM LÍNGUA INGLESA: ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA
Resumo
Os PCN (1998) trouxeram para o contexto do ensino de línguas a necessidade de estimular a competência discursiva para que o aprendiz pudesse agir no mundo social. Tal função estaria relacionada ao uso da Língua Estrangeira via leitura. A leitura seria, portanto, o foco do ensino de línguas. Nem mesmo a publicação das OCEM (2006), que retomam o princípio do ensino de línguas através das quatro habilidades lingüísticas, suprimiu a hegemonia do ensino de habilidades de leitura na Educação Básica. Assim, é objetivo deste trabalho fazer uma revisão bibliográfica de textos que discutam estratégias de ensino da língua inglesa e contrastar as informações obtidas com a realidade do Instituto Federal de Sergipe, coletadas a partir de questionários aplicados a alunos do 2º ano. Observamos que autores que estudam a temática afirmam ser importante envolver os discentes em processos de leitura que desenvolvam habilidades como compreensão geral do texto; compreensão de informações específicas, detalhadas; inferências textuais e recepção crítica. Entretanto, as respostas dos alunos revelam que as aulas de inglês continuam centradas na tradução, o que nos permite inferir que nem sempre o trabalho com texto tem ajudado os alunos a desenvolver as habilidades necessárias para a ação em sociedade.















