LA PLANIFICACIÓN COMO MANIFIESTO FILOSÓFICO DEL DOCENTE

REFLEXIONES EN TORNO A LA CONSTRUCCIÓN DE LA PLANIFICACIÓN DE UNA CLASE EN FILOSOFÍA

Autores

Resumo

 O artigo apresenta uma interpretação crítica do planejamento docente em Filosofia, compreendendo- o não como um procedimento burocrático ou uma técnica neutra, mas como um posiciona- mento teórico, pedagógico e político. Na primeira parte, reconstrói historicamente a evolução do planejamento didático na América Latina e na Argentina, destacando o deslocamento de modelos prescritivos e homogeneizadores para concepções mais flexíveis, contextualizadas e inclusivas, ainda marcadas por tensões entre regulação estatal, accountability e autonomia docente. Na segunda parte, retoma a contribuição de Alejandro Cerletti para afirmar que todo ensino de Filosofia implica, de modo consciente ou não, uma determinada concepção da própria Filosofia. Com base nisso, o texto propõe pensar o planejamento como um mani- festo filosófico do professor: uma declaração pública e argumentada de princípios, objetivos e formas de intervenção didática. Ao final, sustenta-se que um planejamento filosófico requer coerência entre fundamentação, objetivos, propósitos, conteúdos e avaliação, para que a aula se torne um espaço de produção de pensamento e não apenas de transmissão de informações.

Palavras-chave: planejamento didático; filosofía da educação; América Latina

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Publicado

2026-07-23