La croce e il piccone: la Chiesa ortodossa albanese durante la prima fase della Guerra Fredda (1945-1967)
DOI:
https://doi.org/10.33662/ctp.v0i18.3297Resumo
Recebido: 01/11/2014
Aprovado: 22/12/2014
Publicado: 10/01/2015
Resumo: A questão do reconhecimento da existência de uma comunidade de fiéis ortodoxos de etnia albanesa através da história do Estado balcânico a partir da sua independência, em 1912. O artigo percorre as relações entre a Igreja ortodoxa albanesa e o Estado comunista guiado pela Hoxha, em especial nos anos pós-Segunda Guerra Mundial. Entre as instituições religiosas albanesas e o governo comunista houve um longo período de coexistência, que durou até 1967, ano de proclamação da "revolucionalização": desde então a República Popular da Albânia se tornou o primeiro estado ateu do mundo e a profissão de qualquer culto foi vetada. Nos anos precedentes, porém, os vértices da Igreja ortodoxa se tornaram um verdadeiro instrumento político e diplomático a serviço do Partido Comunista albanês.
Palavras-chave: Albânia, Igreja ortodoxa albanesa, Guerra Fria, relação Igreja-Estado, Partido do Trabalho da Albânia.














