“Nem que valha o sangue alheio”

rhyme and race in Djonga

Authors

DOI:

https://doi.org/10.51951/ti.v15i35.p63-79

Keywords:

RAP. Djonga. Black Studies. Negritude. Minor Literature.

Abstract

This article focuses on the album Heresia (2017) by Djonga. Through a critical framework borrowed from visual arts (via per via di porre and per via di levare), it seeks to understand the structure of his songs and how they Interact with the peripheral reality they narrate. Rich In paronomasia, parallelism, and wordplay, these songs reclaim the orality of marginalized people, which is evident In the syntactic and lexical choices typical of the “ghetto language.” In this way, the MC positions himself as a spokesperson for his people, shaping a collective agency that deterritorializes the periphery In relation to the center and reterritorializes it In its own distinctive cultural space. This naturally recalls Deleuze and Guattari’s concept of “Minor Literature,” which deals with expressions that are “foreign” within their own language. Furthermore, concepts such as oralitura and necropolitics are brought In to better understand how this rich musical work starkly exposes Institutional violence and the oppression of the underprivileged, especially the Black population.

Submission: Oct 22, 2025 ⊶ Accepted: Dec 05, 2025

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Author Biographies

Sergio Guilherme Cabral Bento, Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Professor Adjunto de Literatura na Universidade Federal de Uberlândia desde 2017. É doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada na FFLCH/USP, sob a orientação de Viviana Bosi, com tese sobre a poesia de José Paulo Paes. Fez estágio sanduíche na Universidade Nova de Lisboa com orientação de Nuno Júdice. Coordena o GEPOC - Grupo de Estudos de Poesia Contemporânea - e o projeto de extensão "Poesia para todos". Possui capítulos de livro e artigos sobre poesia moderna e contemporânea, tradução de poesia e outros temas

Pedro Lucas Gomes Venâncio, Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Graduando em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia, MG, Brasil.

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Published

2026-01-22

How to Cite

BENTO, Sergio Guilherme Cabral; VENÂNCIO, Pedro Lucas Gomes. “Nem que valha o sangue alheio”: rhyme and race in Djonga. Travessias Interativas, São Cristóvão-SE, v. 15, n. 35, p. 63–79, 2026. DOI: 10.51951/ti.v15i35.p63-79. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/Travessias/article/view/n35p63. Acesso em: 18 sep. 2026.