DIÁLOGOS SOBRE LINGUAGEM/LÍNGUA/CULTURA ENTRE HOOKS, MENCHÚ E FANON

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DOI :

https://doi.org/10.51951/ti.v10i22

Résumé

Este artigo problematiza os conceitos de “Linguagem”, “Língua” e “Cultura”, a partir da perspectiva transgressiva e decolonial preconizada em estudos contemporâneos na área da Linguística Aplicada. Para tanto, parto de uma análise textual/interpretativista de trechos das seguintes obras: Ensinando a transgredir: a educação como prática de liberdade, de bell hooks (2013); Me llamo Rigoberta Menchú y así me nació la consciencia, de Elizabeth Burgos (2011) e; Pele negra, máscaras brancas, de Frantz Fanon (2008). Os resultados apontam que os três conceitos estão imbricados, pois as relações sociais travadas operam a partir de sistemas de poder atravessados pelas estruturas coloniais em que as sociedades foram erguidas. Essa dinâmica possibilita a inclusão ou exclusão de certos indivíduos, principalmente as vozes do Sul, as chamadas periferias epistêmicas, historicamente silenciadas e/ou invisibilizadas.

Palavras-chave: Linguística aplicada transgressiva. Decolonialidade. Linguagem. Língua. Cultura.

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Biographie de l'auteur

Doris Cristina Vicente da Silva MATOS, Universidade Federal de Sergipe - UFS

Doutora em Língua e Cultura pela UFBA; Professora Associada de Língua Espanhola e Linguística Aplicada do Departamento de Letras Estrangeiras da UFS, docente no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFS, Sergipe, Brasil.

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Publiée

2020-12-30

Comment citer

MATOS, Doris Cristina Vicente da Silva. DIÁLOGOS SOBRE LINGUAGEM/LÍNGUA/CULTURA ENTRE HOOKS, MENCHÚ E FANON. Travessias Interativas, São Cristóvão-SE, v. 10, n. 22, p. 217–232, 2020. DOI: 10.51951/ti.v10i22. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/Travessias/article/view/15327. Acesso em: 6 oct. 2026.

Numéro

Rubrique

Políticas linguísticas: visão panorâmica