Paradigma indiciário

Resenha de "Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história", de Carlo Ginzburg

Autores

Palavras-chave:

paradigma indiciário, micro-história, metodologia histórica, morfologia

Resumo

Mitos, Emblemas, Sinais: morfologia e história, de Carlo Ginzburg, discute as relações entre morfologia e história, propondo o paradigma indiciário como método de investigação histórica. Há passagens marcadas por confiança em uma biologia binária e tratamento insuficiente de implicações ideológicas ligadas ao nazismo; destaca-se pela originalidade, erudição e contribuição metodológica às ciências humanas.

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Biografia do Autor

João Melo, UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Doutorando em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e mestre em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) com Bolsa Nota 10 da FAPERJ. Entre outros trabalhos, publicou “Os mutirões da creche jesuíta no morro Santa Marta na década de 1980”, “Uma creche jesuíta no Morro Santa Marta” e “Catequese e Educação: do Brasil colônia aos desafios da atualidade”. ID Currículo LATTES: 2969467059805259; ID Orcid: 0000-0002-9363-5026; e-mail: joaomelo10@hotmail.com.

Maria Lecticia Raptopoulos, UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Doutoranda em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestra em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO). Entre outros trabalhos, publicou “A Fortaleza de São João: remodelações oitocentistas”. ID Currículo LATTES: 8937948753921474; ID ORCID: https://orcid.org/0009-0009-0012-1164; e-mail: lecticia.raptopoulos@gmail.com.

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Publicado

2026-06-21

Como Citar

Melo, J., & Raptopoulos, M. L. (2026). Paradigma indiciário: Resenha de "Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história", de Carlo Ginzburg. Crítica Historiográfica, 6(29), 37–42. Recuperado de https://periodicos.ufs.br/criticahistoriografica/article/view/25347