Negritude no museu

Resenha de “Olhar Negro: patrimônio, museu e cultura afro-sergipana no campo do ensino de História”, de Marcelo Santos

Autores

Palavras-chave:

Marcelo Santos, ensino de História, cultura afro-brasileira, museu, patrimônio

Resumo

Olhar Negro: patrimônio, museu e cultura afro-sergipana no campo do ensino de História (2021), de Marcelo Santos, propõe estratégias pedagógicas para aplicar a Lei 10.639/03. Falha ao não explicitar objetivos didáticos e habilidades escolares. Destaca-se pela metodologia do “objeto gerador” e valorização do patrimônio afro-sergipano.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Joceceide Cunha, Universidade do Estado da Bahia

Doutora em História Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), e especialista em História das Populações negras e diáspora africana. É professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e publicou, entre outros trabalhos, Negras(os) da Guiné e de Angola: nações africanas, vivências e sociabilidades em Sergipe (1720-1835), Ensino de história e cultura afro-brasileira: desafios e perspectivas na Amazônia e Um olhar sobre as Irmandades do Rosário dos Homens Pretos nas terras sergipanas (1750-1835). Redes sociais: @joceneidecunha; ID Currículo LATTES: http://lattes.cnpq.br/1288315938800671; ID ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7728-676X; E-mail: jocunha@uneb.br.

Downloads

Publicado

2025-08-07

Como Citar

Cunha, J. (2025). Negritude no museu: Resenha de “Olhar Negro: patrimônio, museu e cultura afro-sergipana no campo do ensino de História”, de Marcelo Santos. Crítica Historiográfica, 2(7), 18–23. Recuperado de https://periodicos.ufs.br/criticahistoriografica/article/view/23458