A adolescência é feliz na era das redes sociais?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29276/redapeci.2026.26.123797.4-15

Resumo

Esta pesquisa quantitativa objetivou analisar os impactos do uso e da dependência de mídias sociais sobre o bem-estar e o cyberbullying entre adolescentes. A maior parte da literatura constata problemas de saúde mental da adolescência, gerados e/ou agravados pelo uso intenso das mídias. Assim, foram escolhidos cinco estabelecimentos públicos e particulares para aplicação de um questionário. A amostra se distribuiu equitativamente por gênero e idade (13-15 e 16-18 anos). As.os respondentes usavam a internet por longo tempo, de modo que um novo agente de educação implícita se inseriu entre a família e a escola. O cyberbullying alcançou proporção apreciável de estudantes, quer na agressão como na vitimização. Grupo amplo desempenhava os dois papéis, já que vítimas passaram à agressão, em especial rapazes. Poucos pais se envolviam na orientação e controle do uso da internet. Em conclusão, a adolescência pesquisada vive entre as tensões da aceitação por colegas, as exigências da escola e da família e da inserção nas redes sociais. A passagem da vitimização à agressão pode criar uma bola de neve de violência, exigindo prevenção e ações, em especial junto aos rapazes.

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Biografia do Autor

Candido Alberto Gomes, Universidade de Aveiro

Doutor em Educação,  Pesquisador externo da Universidade de Aveiro.

Carlos Daniel da Silva, Universidade Católica de Brasília (UCB)

Doutor em Educação, Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB).

Geraldo Caliman, Universidade Católica de Brasília (UCB)

Doutor em Educação, Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB).

Carlos Angelo de Meneses Sousa, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap)

Doutor em Sociologia, Professor da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).

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Publicado

2026-04-01