UMA INTERPRETAÇÃO DE PAUL RICOEUR ACERCA DA QUESTÃO DO TEMPO EM SANTO AGOSTINHO

Autores/as

  • Denis Ricardo da Silva PPGF-UFS

Resumen

A presente comunicação pretende realizar uma exposição acerca da leitura que Ricoeur faz do livro XI de Confissões. Uma exposição voltada muito mais para os pontos das experiências aporéticas, do que propriamente, querer demonstrar que Agostinho é um filósofo que anuncia o tempo da alma. Desse ponto de vista, a riqueza da leitura consiste em fazer pensar muito mais no teor não conclusivo do problema do tempo, do que explicar conceitualmente o triplo presente ou o movimento temporal da alma no filósofo cristão. É dessa perspectiva, isto é, das experiências aporéticas dos argumentos agostinianos feita pela leitura e interpretação de Ricoeur (no capítulo I, do tomo I, de Tempo e Narrativa) que vamos analisar o que é peculiar nas aporias do tempo exaltadas em Agostinho. A intenção é refletir acerca do que a interpretação ricoeuriana pode nos dizer sobre o estudo do tempo agostiniano, a saber, um tema fortemente marcado por ruminações e inconclusões.

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Publicado

2022-12-01