Hanami ou corpos fogem, vazam, escapam...
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v0i0.2953Abstract
Trudi e Rudi e Yu e Butoh e quimono e Japão e vassoura e cabelos desajeitados e comida e parque e Fuji e remédios e cerejeiras em flor. O que pode esse encontro? Pensar em corpos femininos e masculinos tem se constituído como um exercício de distribuir funções, objetos e características a um ou a outro tipo de corpo. Nesse artigo, propomos analisar algumas passagens do filme Hanami – Cerejeiras em Flor a fim de problematizar a estabilidade das normas discursivas do “sexo”, apoiando-nos na discussão de gênero proposta pela filósofa pós-estruturalista Judith Butler. Aqui, apresentamos personagens como Rudi e Trudi representantes, de início, dos corpos masculino e feminino, respectivamente. Após alguns aspectos marcantes nas vidas dessas personagens, tais como os encontros com Yu e com o Butoh, vemos corpos abjetos serem apresentados na narrativa. Observamos, sobretudo, corpos saírem da fixidez de suas identidades para experimentarem outras maneiras de estar no mundo.Downloads
Downloads
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Revista Tempos e Espaços em Educação

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
À Revista Tempos e Espaços em Educação ficam reservados os direitos autorais pertinentes a todos os artigos nela publicados. A Revista Tempos e Espaços em Educação utiliza a licença https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ (CC BY), que permite o compartilhamento do artigo com o reconhecimento da autoria.

