Segunda Guerra, cultura e cotidiano: os torpedeamentos na costa brasileira em 1942 e o caso Nelson de Rubina

Autores

  • Maria Luiza Pérola Dantas Barros

Resumo

Recebido: 14/07/2016  

Aprovado: 28/08/2016

Publicado: 30/09/2016

Com os torpedeamentos de embarcações brasileiras em 1942 pelo submarino alemão U-507, os aracajuanos sentiram de perto os horrores do pior conflito bélico já travado, a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Muitas pessoas após terem notícia dos acontecimentos, se dirigiram às praias para prestar auxílio as vítimas. Mas nem todos iam para ajudar. O presente trabalho parte da análise da Apelação Crime de 1943, instaurada para averiguar o caso de Nelson de Rubina, rapaz que furtou três anéis de um dos cadáveres vitimados pelos torpedeamentos, na tentativa de expandir a visão em relação aos acontecimentos que sucederam a chegada dos corpos dos náufragos à costa sergipana. Qual recepção dos aracajuanos àqueles acontecimentos? Como tudo isto nos ajuda a entender o contexto cultural vivenciado pelo país no início da década de 1940?

 

Palavras-chave: Segunda Guerra Mundial, Cultura, Nelson de Rubina.



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Publicado

2016-10-08

Como Citar

Dantas Barros, M. L. P. (2016). Segunda Guerra, cultura e cotidiano: os torpedeamentos na costa brasileira em 1942 e o caso Nelson de Rubina. Boletim Historiar, (16). Recuperado de https://periodicos.ufs.br/historiar/article/view/5685

Edição

Seção

Artigos