SOBRE HISTÓRIA E TEORIA DA FICÇÃO DISTÓPICA

Autores

  • Amanda Berchez

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v2i17.17190

Resumo

Neste artigo, o leitor encontrará, in nuce, um trabalho de revisão, de caráter bibliográfico, de história e teoria da forma literária distópica, sendo ponderadas questões a ela inerentes, sem deixar de apurar as relações por ela mantidas com demais tradições e movimentos literários. Essa recuperação (sobretudo, no relativo ao prisma teórico) é feita mediante mobilização de certos operadores conceituais como especulação sobre o futuro, radicalização e prognóstico de tendências nocivas das sociedades contemporâneas. Até mesmo por isso, intentamos demonstrar como a ficção distópica maneja a crítica social, retomando o modo discursivo de determinados romances à luz de contextos diversos, bem como sua sugestão de caminhos alternativos em antecipação a possíveis catástrofes. Para tanto, realizamos um exercício de mapeamento e investigação da produção intelectual dos pensadores mais influentes e atuais do distopismo, a fim de – tendo em conta que não há uma única estratégia própria para a análise de distopias – levantar considerações teórico-metodológicas substanciais ao estudo dessa literatura, de modo a perceber quando e como se dá o estabelecimento de um imaginário distópico ora mais circunscrito, ora universal.
Palavras-chave: Distopia, utopia; ficção distópica, história literária, teoria da literatura.

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Publicado

01/27/2022

Como Citar

BERCHEZ, Amanda. SOBRE HISTÓRIA E TEORIA DA FICÇÃO DISTÓPICA. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 2, n. 19, p. 23–38, 2022. DOI: 10.32748/revec.v2i17.17190. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revec/article/view/17190. Acesso em: 9 mar. 2026.