El dispositivo del totalitarismo en sus variables fascistas y nazis como condición inherente de la democracia
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v18i37.23161Palabras clave:
Ontology; Device; Language; Politics; Democracy; Auschwitz.Resumen
Este texto es el resultado de investigaciones basadas en obras de Giorgio Agamben dedicadas a la crítica de la ontología política occidental, articulada a partir de dispositivos de inclusión de los animales en la polis y exclusión de los humanos de lo abierto, de la animalidad, así como del diálogo con otras obras y autores relacionados con el tema analizado. Así, la vida humana se constituye a partir de fracturas, divisiones y subdivisiones que subyacen a la operatividad de la máquina política, jurídica y oikonómica, en la que nos encontramos insertos en las sociedades de masas espectacularizadas, en la época contemporánea. Bajo tales prerrogativas, la violencia del dispositivo lingüístico es inherente a la máquina jurídica en su fundamento ontológico, que se manifiesta social e históricamente en los más diversos regímenes de gobierno de la polis: los Estados modernos. En este contexto, buscamos demostrar que los fenómenos totalitarios que se manifestaron social e históricamente en las primeras décadas del siglo XX, como el fascismo y el nazismo, son inherentes a los fundamentos de la democracia, incluyendo el derecho a la palabra, a participar en el discurso público, a organizarse y a expresar la propia opinión públicamente. Bajo estas premisas, la defensa de la democracia hoy se presenta con base en posiciones y opiniones que flirtean con variables totalitarias de origen fascista y nazi. O, en otras palabras, y en compañía de Agamben, no sabemos de qué hablamos cuando hablamos de democracia. Es al reconocer esta condición y la necesidad de profanar la publicidad y las formas espectacularizadas que asume el lenguaje, devolviéndolo al uso común, que podremos prevenir la repetición de Auschwitz.
Descargas
Citas
AGAMBEN, Giorgio. Homo Sacer: O poder saberano e a vida nua I. Tradução de Henrique Burigo. Bela Horizonte: Editora UFMG, 2002.
AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Tradução de Vinicius Nicastro Honesko. Chapecó/SC: Editora Argos, 2009.
AGAMBEN, Giorgio. Ideia da prosa. Tradução, prefácio e notas de João Barrento. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2012.
AGAMBEN, Giorgio. OPUS DEI: arqueologia do ofício: Homo Sacer II,5. Tradução: Daniel Arruda Nascimento. São Paulo: Boitempo, 2013.
AGAMBEN, Giorgio. MEIOS SEM FIM: Notas sobre a política. Tradução Davi Pessoa. Revisão da tradução Claudio Oliveira. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2015.
AGAMBEN, Giorgio. Agamben: o flerte do Ocidente com o totalitarismo. Tradução Pedro Lucas Dulci In: Outras palavras, publicado em 04/01/2016. Disponível em:<https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/agamben-o-flerte-do-ocidente-com-o-totalitarismo/.> .Acessado em: 15 de agosto de 2024.
AGAMBEN, Giorgio. O Aberto. O homem e o animal. Tradução de Pedro Mendes. Revisão de tradução de Giuseppe Cocco e Izabela D´Urso. Revisão técnica Joel Birman. 2ª Edição Revista. Rio Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
AGAMBEN, Giorgio. A potência do pensamento: ensaios e conferências. Tradução de António Guerreiro. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2017.
AGAMBEN, Giorgio. Signatura rerum: sobre o método. Tradução Andrea Santurbano; Patrícia Peterle. São Paulo: Boitempo, 2019.
AGAMBEN, Giorgio. Quando a casa queima: sobre o dialeto do pensamento. Tradução Vinicius Nicastro Honesko. Belo Horizonte: Editora Âyiné, 2021.
AGAMGEN, Giorgio. O que é a filosofia. Tradução Andrea Santurbano e Patricia Peterle. São Paulo: Boitempo, 2022.
ALMEIDA, Ronaldo de;TONIOL, Rodrigo (Org.). Conservadorismos, Fascismos e Fundamentalismos: análises conjunturais. Campinas, SP. Editora da Unicamp, 2018. DOI: https://doi.org/10.7476/9788526815025
Borovinsky, Tomas. Estado, violência,crisis: Giorgio Agamben y la escena contemporânea. (In) RAFFIN, Marcelo. La noción de política en el pensamiento de Agamben, Esposito y Negri. Editado por Marcelo Raffin. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Aurelia Rivera, 2015.
CASTRO, Edgardo. Introdução a Giorgio Agamben: uma arqueología da potencia. Tradução: Beatriz de Almeida Magalhães. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
FINLEY, Moses I. Democracia antiga e moderna. Tradução de Waldéa Barcellos, Sandra Bedran: revisão técnica Neyde Theml. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
FLEISNER, Paula: MÁQUINA LINGÜÍSTICA. UNA LECTURA DEL PROBLEMA
DEL LENGUAJE EN LA FILOSOFÍA TEMPRANA DE GIORGIO AGAMBEN. Revista Lingue e Linguaggi. Volume 7 (2012), ISSN 2239-0367 – Link de acesso: http://siba-ese.unisalento.it/index.php/linguelinguaggi/article/view/12373/11032 - Acessado em 30.07.2024
GRIFFIN, Roger. FASCISMO: UNA INTRODUCCIÓN A LOS ESTUDIOS COMPARADOS SOBRE EL FASCISMO. Traducido del inglês por Miguel Ángel Pérez Pérez. Madrid/Espanha: Alianza Editorial, 2019.
GUÉRIN, Daniel. Fascismo e grande capital. Tradução Lara Christina de Malimpensa. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2021. DOI: https://doi.org/10.7476/9788526815421
MARCUSE, Herbert. Contra Revolução e Revolta. Tradução de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981.
KONDER, Leandro. Introdução ao fascismo. São Paulo: Editora Expressão Popular, 2009.
MOSSÉ, Claude. O processo de Sócrates. Tradução Arnaldo Marques. Revisão técnicae apresentação Neyde Theml. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990.
RAFFIN, Marcelo. La noción de política en el pensamiento de Agamben, Esposito y Negri. Editado por Marcelo Raffin. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Aurelia Rivera, 2015.
RIEMEN, Rob. O Eterno Retorno do Fascismo. Tradução do inglês por Maria Carvalho. Lisboa/Portugal: Editorial Bizâncio, 2012.
RODRIGUES, Jorge Vieira. Para uma Analítica dos Dispositivos. Exploração do texto O que é o dispositivo? de Giorgio Agamben. philosophy@lisbon International eJournal do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa/Portugal; .nº; 2012. Link de acesso: https://www.academia.edu/93539183/philosophy_at_lisbon_2 - Acessado em 30.07.2024.
RUIZ, Castor M. M. Bartolomé Ruiz. A linguagem violentada e a mimese humana nas democracias espetaculares: Interlocuções com Giorgio Agamben. Revista Trans/Form/Ação. v.44, n.3, Jul/Set. 2021 – Link de acesso: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11627. Acessado em 31.07.2024. DOI: https://doi.org/10.1590/0101-3173.2021.v44n3.02.p19
PAXTON, Robert. A anatomia do fascismo. Tradução de Patricia Zimbres e Paula Zimbres. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
TACCETA, Natalia. La imagen-dispositivo em lo político agambeniano. (In) RAFFIN, Marcelo. La noción de política en el pensamiento de Agamben, Esposito y Negri. Editado por Marcelo Raffin. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Aurelia Rivera, 2015.
TRAVERSO, Enzo. As novas faces do fascismo: populismo e extrema direita. Tradução Mônica Fernandes; Rafael Mello; Raphael Lana Seabra. Belo Horizonte: Editora Âyiné, 2023.
VERNANT, Jean-Pierre. AS ORIGENS DO PENSAMENTO GREGO. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca. São Paulo: Editora Difel, 1981.
BERLANGA, Villacañas José luiz. Giorgio Agamben. Justicia viva. Valência/Espanha, 2024.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista Tempos e Espaços em Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
À Revista Tempos e Espaços em Educação ficam reservados os direitos autorais pertinentes a todos os artigos nela publicados. A Revista Tempos e Espaços em Educação utiliza a licença https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ (CC BY), que permite o compartilhamento do artigo com o reconhecimento da autoria.

