Editorial

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  • Editores Cadernos do Tempo Presente

DOI:

https://doi.org/10.33662/ctp.v16i2.25837

Palavras-chave:

Editorial

Resumo

EDITORIAL VOL 16. Nº 2. (2025)

 

Esta edição corresponde ao Volume 16, Nº 2, dos Cadernos do Tempo Presente e conta com os textos referentes a julho e dezembro de 2025. Nela reunimos trabalhos que dialogam de maneira consistente com os debates contemporâneos sobre o Tempo Presente indo desde discussões sobre o papel dos movimentos sociais, os fascismos contemporâneos, à História Digital, o imperialismo estadunidense e a formação do antifascismo contemporâneo no Brasil. Ao todo contamos com dois artigos acadêmicos e duas resenhas. Desta forma, a edição propõe ao leitor uma leitura plural, que conjuga reflexão teórica, análise empírica e problematização historiográfica.

A edição abre com texto de Carlos Barros, intitulado Nuevo sujeto histórico, social y global. Nele, o autor analisa o papel dos movimentos sociais para explicar processos políticos e como um modelo de estudo global para estes processos se faz necessário.  A seguir, Francisco Carlos Teixeira da Silva apresenta o texto Tempo Presente E Fascismos: Uma Questão de Método, no qual o autor propõe uma abordagem metodológica para compreender os fascismos a partir da História do Tempo Presente, circunscrevendo conceitualmente os fascismos históricos como um como fenômeno que pode ressurgir em diferentes contextos históricos e que retorna ao presente sob a forma de recalques.

Na sequência temos o artigo In War we trust: imperialismo estadunidense do pós-1991 e guerras sem fim de autoria de Luiz Felipe Osório e Thomaz Delgado De David. Nele, os autores visam, compreender o papel político-econômico das constantes guerras travadas pelos EUA a partir de 1991, enquanto superpotência imperialista. Já Daniel Chaves e Rafael Pontes Lima em Do arquivo à nuvem, do historiador ao profissional do futuro: dilemas para uma História Digital contemporânea escrevem um artigo no qual os autores examinam a História Digital como ferramenta e reconfiguração paradigmática do ofício do historiador. Para fechar o bloco de artigos temos Thiago Todon Lopes Fernandes com Do libertário ao antifa: A chegada do antifa moderno no Brasil através das páginas do jornal Libera... Amore Mio que visa analisar a formação do antifascismo contemporâneo no Brasil com ênfase nos anos 1990 e na sua relação com as transformações globais do antifascismo após 1945.

A edição também conta com duas resenhas. Na primeira Giovane Albino Silva analisa o livro O inimigo estrangeiro: xenofobia como prática midiática no Brasil (1917-1930), escrito pela historiadora Karina Kriegesmann, obra que trata da xenofobia, dos medos sobre a presença de estrangeiros no Brasil, das práticas de articulação política e dos interesses de diversos grupos com a propagação de notícias difamatórias sobre os perigos que a imigração representava para o país. Por fim, fechando a edição temos a resenha Crises da República no presente imediato: as disputas pelas capacidades estatais no Brasil pós-pandemia de Sérgio Montalvão apresenta uma detalhada análise da obra Desmonte e reconstrução das capacidades estatais: dilemas da trajetória brasileira pós-pandemia por Andrés Del Rio e Andrea Oliveira Ribeiro.

Conjuntamente, os textos apresentados compõem mais uma edição deste periódico versando sobre temas relevantes da História do Tempo Presente.

Desejamos uma ótima leitura!

 

Atenciosamente,

Prof. Dr. Dilton Cândido Santos Maynard

Editor-chefe

Prof. Dr. Diego Leonardo Santana Silva

Editor-adjunto

Prafa. Ma. Priscila Antônia dos Santos

Editora-adjunta

 

 

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EDITORIAL VOL 16. Nº 2. (2025)

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Publicado

2026-08-27 — Atualizado em 2026-08-27

Versões

Como Citar

Cadernos do Tempo Presente, E. (2026). Editorial. Cadernos Do Tempo Presente, 16(2), 1–2. https://doi.org/10.33662/ctp.v16i2.25837