UTOPÍA DE LA DIVERSIDAD COMO ALTERNATIVA A LA DESPÓTICA CIUDAD MASCULINISTA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v10i26.21923

Palabras clave:

Imaginación, Ciudad neoliberal, Ideología patriarcal

Resumen

Este artículo analiza la influencia de los grupos masculinos radicales y su impacto negativo y restrictivo en la realidad urbana actual. Por otro lado, se argumenta que las aspiraciones utópicas conformadas por la disidencia de género y sexualidad deben desafiar las ideologías masculinistas y neoliberales contemporáneas para contribuir a la cultura material de ciudades más solidarias. Así, mediante una revisión teórica argumentativa, se pretende reflexionar críticamente sobre las amenazas que se ciernen sobre la ciudad contemporánea desde la retrógrada perspectiva masculinista de la extrema derecha y la política heterocispatriarcal de la moral conservadora. Finalmente, se aboga por la validación positiva de la sensibilidad utópica de otras identidades no binarias y contrasexuales en la esfera pública y cultural.

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Biografía del autor/a

Marcos Sardá-Vieira, Universidad Federal de la Frontera Sur

Doctor en Ciencias Humanas y profesor adjunto en la Universidad Federal de la Frontera Sur (UFFS). Es licenciado en Arquitectura y Urbanismo, máster en Ingeniería Civil, tiene un Diploma de Estudios Avanzados (DEA) en Artes Visuales y Educación por la Universidad de Barcelona y un doctorado en alternancia por la Universidad Libre de Berlín (FU Berlín), en el Lateinamerika Institut. Realizó un posdoctorado en el Programa de Posgrado en Historia de la Universidad Federal de Santa Catarina. Actualmente, está cursando un máster en el Programa Interdisciplinar de Posgrado en Ciencias Humanas de la UFFS. Su campo de investigación abarca la interdisciplinar sobre literatura, ciudades y estudios de género y sexualidad.

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Publicado

2025-01-04

Cómo citar

SARDÁ-VIEIRA, Marcos. UTOPÍA DE LA DIVERSIDAD COMO ALTERNATIVA A LA DESPÓTICA CIUDAD MASCULINISTA. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 10, n. 26, p. 253–269, 2025. DOI: 10.32748/revec.v10i26.21923. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revec/article/view/21923. Acesso em: 20 abr. 2026.