Recomendaciones sobre Esgrima en las clases de Educación Física y percepciones de los docentes
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v16i35.18729Palabras clave:
Documentos orientativos, Enseñanza, DeportesResumen
En este artículo, traemos los resultados de una investigación que buscó responder a la siguiente pregunta: ¿Cuáles son las similitudes y diferencias entre lo que recomiendan los documentos y lo que realmente hacen los profesores en la escuela con respecto a la enseñanza de contenidos de Lucha/Esgrima? Para responderla, primero accedimos a los documentos oficiales, rectores de la Educación Básica, específicamente, la Base Curricular Común Nacional (BNCC-2018), la Referencia Curricular del Estado de Paraná, Brasil, (RCP-2018) y la Red Estatal Curricular Paranaense. (CREP-2019). A partir de este corpus, evidenciamos ocho categorías: Experimentación, Uso y apropiación, Fructificación, Reflexión sobre la acción, Construcción de valores, Análisis, Comprensión, Protagonismo comunitario. A la vista de las categorías establecidas a priori, entrevistamos a profesores de Educación Física, interrogándoles sobre el contenido de Esgrima y cómo lo trabajaban con sus alumnos. Concluimos que existe una brecha entre lo que recomiendan los documentos antes mencionados y lo que realmente hacen los docentes en la escuela. Luego de transcribir las entrevistas y categorizar los 105 extractos obtenidos, encontramos que 81 mencionaron distanciamiento, lo que equivale al 77% de los comentarios.
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