¡cuidado! Los niños están en riesgo: la peligrosidad en el juego digital

Autores/as

  • Adilson Cristiano Habowski Universidade La Salle, Canoas, Rio Grande do Sul, Brasil.
  • Cleber Ratto Universidade La Salle, Canoas, Rio Grande do Sul, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.20952/revtee.v16i35.18880

Palabras clave:

Niños , Jugar, Tecnologías digitales, Peligrosidad

Resumen

El artículo analiza cómo se produce y actualiza el dispositivo de peligrosidad en los discursos educativos para producir diferentes formas de pensar sobre la relación entre el juego infantil y las tecnologías digitales. Para ello, realizamos un análisis enunciativo de algunas disertaciones y tesis defendidas en Programas de Posgrado en Educación. Los discursos indican los "peligros" de las tecnologías digitales, en la perspectiva de que es necesario mantener a los niños alejados, porque estaríamos avanzando hacia la desaparición de la infancia. El dispositivo de peligrosidad en funcionamiento para hacer que la gestión de riesgos funcione; producción de subjetividades conscientes de los riesgos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Adilson Cristiano Habowski , Universidade La Salle, Canoas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade La Salle (UNILASALLE), Canoas–RS–Brasil. Bolsista CAPES/PROSUC. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5378-7981

Cleber Ratto, Universidade La Salle, Canoas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Doutor em Educação - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Professor e Pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado/Doutorado) da Universidade La Salle (UNILASALLE), Canoas–RS– Brasil. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-9059-728X

Citas

Beck, U. (2011). Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. Ed. 34.

Buckingham, D. (2007). Crescer na era das mídias eletrônicas. Loyola.

Canassa, L. M. R. (2013). Infância, TIC e brincadeiras: um estudo na visão de profissionais da educação infantil: desafios da geração homo zappiens. [Dissertação de mestrado, Universidade do Oeste Paulista]. BDTD. http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UOES_85e592eea17cd8582779144712d9a455

Corazza, S. M. (2000). História da infância sem fim. Unijuí.

Ewald, F. (1996). Insurance and risk. Em G. Burchell, C. Gordon, & P. Miller. The Foucault effect – studies in governmentality (pp. 197-210). Universidade de Chicago.

Fernandes, C. A. (2012). Discurso e sujeito em Michel Foucault. Intermeios.

Foucault, M. (1988). História da Sexualidade I - a vontade de saber. Graal.

Foucault, M. (1990). Tecnologías del yo y otros textos afines. Siglo Veintiuno.

Foucault, M. (2001a). História da Sexualidade II – o Uso dos Prazeres. Graal.

Foucault, M. (2001b). Microfísica do poder. Graal.

Foucault, M. (2002). Vigiar e Punir. Vozes.

Giddens, A. (2002). Modernidade e Identidade. Jorge Zahar.

Marín-Diaz, D. L. (2010). Morte da infância moderna ou construção da quimera infantil? Educação & Realidade, 35(3), 193-211. https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/13085/10279

Meneguzzo, L. (2014). O brincar na educação infantil: a influência das tecnologias digitais móveis no contexto da brincadeira. [Dissertação de mestrado, Universidade de Caxias do Sul]. Repositório Institucional da Universidade de Caxias do Sul. https://repositorio.ucs.br/handle/11338/988

Rousseau, J. J. (1978). Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Abril.

Sibilia, P. (2012). Redes ou Paredes. A escola em tempos de dispersão. Contraponto.

Souza, J. S. (2019). Brincar em tempos de tecnologias digitais móveis. [Tese de doutorado, Universidade Federal da Bahia]. Repositório Institucional da UFBA. https://repositorio.ufba.br/handle/ri/28762

Türcke, C. (2012). Sociedade excitada: filosofia da sensação. Unicamp.

Publicado

2023-11-17

Cómo citar

Habowski , A. C., & Ratto, C. (2023). ¡cuidado! Los niños están en riesgo: la peligrosidad en el juego digital. Revista Tempos E Espaços Em Educação, 16(35), e18880. https://doi.org/10.20952/revtee.v16i35.18880