"Todo dia ela(s) faz(em) tudo sempre igual": relações de multo trabalho e pouco poder, vividas pelas assentadas sergipanas

Autores/as

  • Monica Cristina Silva Santana

DOI:

https://doi.org/10.21669/tomo.v0i0.5258

Resumen

Este artigo tern como objetivo analisar os limites e possibilidades da participação das mulheres trabalhadoras rurais, principalmente, e dos homens, no cotidiano de assentamentos rurais no Estado de Sergipe, a exemplo de Ivan Ribeiro, Vitória da União, e Nossa Senhora da Gló­ria. Através das relações de gênero, revelo como o trabalho feminino é repleto de clivagens e assimetrias de poder, reforçado pelas divisões sexuais e por menor participação nas decisões do grupo. O trabalho das assentadas é visto como uma extensão de seu papel de mãe, esposa e dona de casa que se sobrepõe as atividades produtivas fora do ambi­ente doméstico.

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Publicado

2005-10-10

Cómo citar

Santana, M. C. S. (2005). "Todo dia ela(s) faz(em) tudo sempre igual": relações de multo trabalho e pouco poder, vividas pelas assentadas sergipanas. Revista TOMO. https://doi.org/10.21669/tomo.v0i0.5258

Número

Sección

Artículos