Muito além de intervenções e institucionalização: Graffiti em João Pessoa pelos passos de Múmia
DOI:
https://doi.org/10.21669/tomo.v45.24607Palavras-chave:
graffiti, institucionalização, visualidades, subjetividade, MúmiaResumo
O graffiti em João Pessoa é apresentado como prática que combina institucionalização, visualidades e itinerários singulares. A partir de autores como Simmel, Lahire, Certeau, Barth e Campos, o texto mostra como ações urbanas articulam formas sociais estáveis e criações que produzem sentidos diversos. A etnografia de Múmia Graffiti evidencia essa tensão: sua história, marcada por deslocamentos, rupturas familiares, influência do pixo e do Hip‑Hop e reinvenções subjetivas, revela como indivíduos reinterpretam referências globais e contextos locais. Redes de sociabilidade, visualidades corporais e experiências biográficas moldam estilos, pertencimentos e a própria transformação do campo do graffiti.
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