A EDUCAÇÃO COMO PROCESSO CIVILIZATÓRIO DOS FUNDADORES DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE SERGIPE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v12i29.24726

Palavras-chave:

Saberes educacionais, Processo civilizatório, Magistrados, Tribunal de Justiça do Estado do Estado de Sergipe

Resumo

Este trabalho pretende pensar o processo civilizador, conceito de Norbert Elias, em confluência com o processo educacional brasileira que foi se estabelecendo no período do Império e da Primeira República. Este marco temporal abrange as biografias dos fundadores do Tribunal da Relação do Estado de Sergipe fundado em 1892. Época em que o país estava em plena transformação envolto às precariedades educacionais e anseios de desenvolvi mento. Este artigo expõe alguns fatos relevantes da história, panorama de uma educação ofertada para poucos, da elite mantenedora do status quo. Importante ressaltar o registro das academias de Direito com enfoque na Escola do Recife, por onde todos se formaram. Os magistrados fundadores do Tribunal da Relação foram pioneiros e submetidos à formatação histórica e social de seu tempo, sob a atmosfera de um país em formação, uma cultura cheia de peculiaridades, disparidades e cisão socioeconômica. Foram relevantes em seu tempo, frutos do processo civilizador trazido pela educação.

 

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Biografia do Autor

José Ronaldson Sousa, Universidade Tiradentes

Mestre na linha de pesquisa em Educação e Formação Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Tiradentes (PPED/Unit).

Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento, Universidade Tiradentes

Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Educação pela Universidade Federal de Sergipe. É professora coordenadora do Grupo de Pesquisa História das Práticas Educacionais/GPHPE/UNIT/PPED/CNPq.

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Publicado

06/18/2026

Como Citar

SOUSA, José Ronaldson; NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do. A EDUCAÇÃO COMO PROCESSO CIVILIZATÓRIO DOS FUNDADORES DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE SERGIPE . Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 12, n. 29, p. 401–411, 2026. DOI: 10.32748/revec.v12i29.24726. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revec/article/view/24726. Acesso em: 21 jul. 2026.