LA EDUCACIÓN COMO PROCESO CIVILIZATORIO DE LOS FUNDADORES DEL TRIBUNAL DE LA RELACIÓN DE SERGIPE
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v12i29.24726Palabras clave:
Conocimiento educativo, Proceso civilizatorio, Magistrados, Tribunal de Justicia del Estado de SergipeResumen
Este trabajo se propone reflexionar sobre el proceso civilizatorio, concepto desarrollado por Norbert Elias, en con fluencia con el proceso educativo brasileño establecido durante el período del Imperio y la Primera República. Este recorte temporal abarca las biografías de los fundadores del Tribunal de Apelación del Estado de Sergipe, fundado en 1892, en una época en la que el país atravesaba profundas transformaciones, marcado por la precariedad educa tiva y por anhelos de desarrollo. Este artículo expone algunos hechos históricos relevantes, presentando un panorama de una educación ofrecida a pocos, por una élite que mantenía el status quo. Es importante destacar el registro de las academias de Derecho, con énfasis en la Escuela de Recife, donde todos se graduaron. Los magistrados funda dores del Tribunal de Apelación fueron pioneros y estuvieron sometidos a la configuración histórica y social de su tiempo, bajo la atmósfera de un país en formación, de una cultura llena de peculiaridades, disparidades y divisio nes socioeconómicas. Fueron relevantes en su época, frutos del proceso civilizatorio promovido por la educación.
Descargas
Citas
BARRETO, Luiz Antonio. História do Poder Judiciário em Sergipe. 2. ed. revista e ampliada do livro comemorativo O Poder Judiciário de Sergipe – 100 Anos de História. Aracaju: Typografia Editorial, 2004.
_____. O Liceu Sergipense, 7 jan. 2004. Disponível em: https://infonet.com.br/blogs/o-liceusergipense/. Acesso em: 16 out. 2024.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. 2. ed. Rio de Janeiro: Betrand Brasil, 2002. Disponível em: https://lehmae.wordpress.com/wp-content/uploads/2013/04/scan0109.pdf. Acesso em: 27 jan. 2026.
CONCEIÇÃO, Joaquim Tavares da. Internar para educar: colégios-internatos no Brasil (1840 – 1950). 2012. 323 f. tese (Doutorado) - Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2012. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/bitstream/ ri/13349/1/TESE%20Educar%20para%20internar .%20Col%c3%a9gios-Internatos%20no%20Brasil%20%281840 1950%29.pdf. Acesso em: 27 jan. 2026.
ELIAS. Norbert. O processo civilizador. Formação do Estado e civilização. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
HILSDORF. Maria Lucia Spedo. História da Educação Brasileira: Leituras. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
LE GOFF, Jacques. História & Memória. 7. ed. Campinas: Editora Unicamp, 2013.
ROSSI, Ednéia Regina; NEVES, Fátima Maria Neves. Fundamentos históricos da educação no Brasil. 2. ed. rev. e ampl. Maringá: Eduem, 2009.
SILVA, Eugênia Andrade Vieira da. A Formação Intelectual da Elite Sergipana (1822-1889). 2004. 121 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2004.
LIMA, Aristela Arestides. A instrução da mocidade no Liceu Sergipense (1847-1855). Disponível em: https://reposi torio.ifs.edu.br/biblioteca/handle/123456789/461 Acesso em: 23 dez. 2024
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 José Ronaldson Sousa, Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

A REVEC utiliza a Licença Creative Commons CC BY 4.0, que permite aos licenciados copiar, distribuir, exibir, executar e criar obras derivadas, desde que seja atribuído o devido crédito ao autor ou ao licenciador.
A revista reconhece que os autores mantêm os direitos autorais sobre suas produções, mas é necessário que concordem em conceder à REVEC o direito de primeira publicação. Além disso, os autores devem estar cientes de que:
- Em qualquer publicação posterior, seja em repositórios institucionais, capítulos de livros ou outras produções derivadas, deve ser indicado o crédito à publicação original na REVEC.
- É permitido e incentivado que os autores publiquem e distribuam seus trabalhos online (por exemplo, em repositórios institucionais ou páginas pessoais) antes ou durante o processo editorial, pois isso pode gerar melhorias no texto e aumentar o impacto e a visibilidade da pesquisa publicada pela revista.














