CAMINHOS DE QUANDO E ALÉM, DE HELENA PARENTE CUNHA

EPOPEIA E MISTICISMO

Autores/as

  • Cláudia de Sousa

DOI:

https://doi.org/10.32748/revec.v8i20.17875

Resumen

Abordagem crítica à obra Caminhos de quando e além, da baiana Helena Parente Cunha, à luz dos estudos épicos de Silva e Ramalho e do reconhecimento do caráter metalinguístico e intertextual do poema, com o objetivo de destacar os momentos em que o diálogo com os poemas “Eros e Psique” e “Na sombra do Monte Abiegno”, de Fernando Pessoa, consolida a proposta de realização de uma jornada épica mística, na qual vida e morte são confrontadas em nome de um sentido mais amplo para a existência humana. Além disso, pretende-se, a partir de formulações teóricas de Campbell, ressaltar os recursos que, aproximando os planos histórico e maravilhoso da obra, dão relevo ao ritual místico e simbólico como sustentação para a realização da viagem, organizada em 48 estações.
Palavras-chave: epopeia pós-moderna, espiritualidade, dialogismo.

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Publicado

2022-07-13

Cómo citar

SOUSA, Cláudia de. CAMINHOS DE QUANDO E ALÉM, DE HELENA PARENTE CUNHA: EPOPEIA E MISTICISMO. Revista de Estudos de Cultura, São Cristóvão, v. 8, n. 20, p. 71–84, 2022. DOI: 10.32748/revec.v8i20.17875. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revec/article/view/17875. Acesso em: 18 abr. 2026.