¿ES ESTE PERSONAJE SORDO? LECTURAS SUBJETIVAS DE LIBROS ILUSTRADOS SIN PALABRAS HECHAS POR ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS SORDOS
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v10i26.22360Palabras clave:
mediación, estrato autobiográfico, identidad sorda, narrativaResumen
Este trabajo pretende analizar las experiencias subjetivas de lectura de estudiantes universitarios sordos en prácticas de mediación lectora de libros ilustrados sin palabras. Como apoyo teórico, nos basamos principalmente en Arizpe (2013) y Bértolo (2014), para tratar de capas y caminos de lectura, y presentamos ejemplos de lectura subjetiva de tres libros: «O Menino-Vazio», «Cena de Rua» y «A Chegada». Durante la mediación, los personajes principales fueron identificados como sordos, entre otras lecturas basadas en experiencias individuales, a pesar de que no había ningún indicio de que estos personajes fueran de hecho sordos o que fueran pensados por sus autores de esta manera cuando estaban siendo construidos.
Descargas
Citas
Alves Filho, F. (2007). O leitor presumido na imprensa escrita piauiense. In M. A. F. Lima, M. S. F. Carvalho, & F. Alves Filho (Eds.), EnMEL Linguagem & Discurso: estudos linguísticos e literários (pp. 192-202). Teresina: Editora da UFPI.
Alphen, J.-C. R. (2012). O Menino-vazio. São Paulo: Jujuba.
Arizpe, E. (2013). Meaning-making from wordless (or nearly wordless) picturebooks: What educational research expects and what readers have to say. Cambridge Journal of Education, 43(2), 1-30. DOI: https://doi.org/10.1080/0305764X.2013.767879
Arizpe, E., Colomer, T., & Martinez-Roldan, C. (2014). Visual journeys through wordless narratives: An international inquiry with immigrant children and The Arrival. London: Bloomsbury.
Bakhtin, M. (2003). Estética da criação verbal (4th ed.). São Paulo: Martins Fontes.
Bértolo, C. (2014). O banquete dos notáveis: Sobre leitura e crítica (C. Tarrío, Trans.). São Paulo: Livro da Matriz.
Blikstein, I. (2003). Kaspar Hauser ou a fabricação da realidade. São Paulo: Cultrix.
Coscarelli, C. V. (2016). Navegar e ler na rota do aprender. In C. V. Coscarelli (Ed.), Tecnologias para aprender (pp.
-121). São Paulo: Parábola Editorial.
Eco, U. (1994). Seis passeios pelos bosques da ficção (H. Feist, Trans.). Rio de Janeiro: Companhia das Letras.
Fittipaldi, C. (2008). O que é uma imagem narrativa? In I. Oliveira (Ed.), O que é qualidade em ilustração no livro infantil e juvenil: com a palavra o ilustrador (pp. 93-121). São Paulo: CDL.
Jouve, V. (2013). A leitura como retorno a si: Sobre o interesse pedagógico das leituras subjetivas. In N. L. Rezende & G. Langlade (Eds.), Leitura subjetiva e ensino de literatura (pp. 53-65). São Paulo: Alameda.
Lago, A. (1994). Cena de rua. Belo Horizonte: RHJ.
Leão, G. B. O. S., Sofiato, C. G., & Oliveira, M. (2017). A imagem na educação de surdos: Usos em espaços formais e não formais de ensino. Revista de Educação PUC-Campinas, 22(1), 51-63. DOI: https://doi.org/10.24220/P1519-3993-2017220100004
Manguel, A. (2001). Lendo imagens: Uma história de amor e ódio. São Paulo: Companhia das Letras.
Perlin, G. (1998). Identidades surdas. In C. Skliar (Ed.), A surdez: Um olhar sobre as diferenças (pp. 51-73). Porto Alegre: Mediação.
Quadros, R. M. (2005). O bi do bilinguismo na educação de surdos. In Surdez e bilinguismo (pp. 26-36). Porto Alegre: Mediação.
Rennó, R. (2008). Onde canta o sabiá. Belo Horizonte: Editora Compor.
Santaella, L. (2012). Como eu ensino: Leitura de imagens. São Paulo: Melhoramentos.
Tan, S. (2011). A chegada. São Paulo: Edições SM.
Tavares, M. (2019). A menina que não se encaixava. São Paulo: Gafanhoto Verde-Sol.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

A REVEC utiliza a Licença Creative Commons CC BY 4.0, que permite aos licenciados copiar, distribuir, exibir, executar e criar obras derivadas, desde que seja atribuído o devido crédito ao autor ou ao licenciador.
A revista reconhece que os autores mantêm os direitos autorais sobre suas produções, mas é necessário que concordem em conceder à REVEC o direito de primeira publicação. Além disso, os autores devem estar cientes de que:
- Em qualquer publicação posterior, seja em repositórios institucionais, capítulos de livros ou outras produções derivadas, deve ser indicado o crédito à publicação original na REVEC.
- É permitido e incentivado que os autores publiquem e distribuam seus trabalhos online (por exemplo, em repositórios institucionais ou páginas pessoais) antes ou durante o processo editorial, pois isso pode gerar melhorias no texto e aumentar o impacto e a visibilidade da pesquisa publicada pela revista.













