ENTRE LO NATURAL Y LO ARTIFICIAL
CÓMO LOS ESTUDIANTES IDENTIFICAN Y EVALÚAN TEXTOS DE ORIGEN HUMANO Y DE INTELIGENCIA ARTIFICIAL
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v11i27.22670Palabras clave:
Inteligencia artificial, Producción Textual, Evaluación Crítica, Alfabetización Digital, Educación y TecnologíaResumen
Esta investigación investiga los criterios utilizados por estudiantes y profesores para distinguir y evaluar textos producidos por seres humanos y sistemas de Inteligencia Artificial (IA) en el contexto educativo. Este estudio cualitativo, de carácter descriptivo (Gil, 2010), empleó un cuestionario para la recopilación de datos, cuyo análisis se basó en la técnica de Análisis de Contenido (Bardin, 2016). Los resultados revelan que, aunque los textos generados por IA son reconocidos por su fluidez y concisión, los textos humanos destacan por su profundidad, variación estilística y adecuación formal al contexto académico. Los participantes identificaron características específicas de los textos generados por IA, como un vocabulario predecible y una estructura mecánica, mientras que señalaron la escritura humana como más flexible. Sin embargo, la dificultad para discernir la autoría de los textos indica que las fronteras entre lo “natural” y lo “artificial” son cada vez más difusas. Esto refleja la necesidad de una alfabetización digital crítica que capacite a los lectores para evaluar conscientemente estas producciones textuales. El estudio concluye que, a medida que los estudiantes y profesores interactúan con sistemas de IA, es esencial promover una alfabetización digital crítica que garantice una comprensión integral tanto de las posibilidades como de los límites de esta tecnología.
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