INDÚSTRIA CULTURAL: MITOS SOBRE A NATUREZA

Auteurs

  • Barbara de Oliveira Rosa UNESP
  • Edney Wesley Antunes UNESP

DOI :

https://doi.org/10.47401/revisea.v7i1.11676

Résumé

O artigo se caracteriza como uma pesquisa bibliográfica compreende como se constitui o conceito de natureza para Adorno e Horkheimer na obra Dialética do Esclarecimento, analisando como a racionalidade domina a natureza transformando-a no modo de produção capitalista em mera mercadoria. Assim, a pesquisa bibliográfica contribuiu para caracterizar a relação homem e natureza. Também relacionamos à visão de natureza que é perpassada pela indústria cultural, mostrando que o capitalismo não domina apenas a vida material, mas o imaginário, o pensamento e as ideias dos sujeitos, criando-se uma falsa ideia de como devemos nos relacionar com a natureza. Por tanto, só conseguiremos a emancipação humana, quando não explorarmos também a natureza e o homem.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Bibliographies de l'auteur

Barbara de Oliveira Rosa, UNESP

Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Serviço Social, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - UNESP de Franca/SP. Bolsista CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior - Demanda Social.

Edney Wesley Antunes, UNESP

Doutorando em Serviço Social (FHS - UNESP Franca), mestre em Desenvolvimento Regional (Centro Universitário Municipal de Franca), psicólogo clínico, psicodramatista em formação (Casa do Encontro), bibliotecário do Centro Universitário Municipal de Franca, membro do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Famílias (GEPEFA) e membro do Centro de Estudos de Psicologia Analítica - Franca/ SP (CEPA).

Références

ADORNO, T. Prismas/ Crítica Cultural e Sociedade. São Paulo: Ática, 1998.

BACON, F. Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

______. O Progresso do conhecimento. São Paulo: Editora UNESP, 2007.

BENJAMIN, W. Teoria do conhecimento, teoria do progresso. In:______. Passagens. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

BUUCKINGHAM, W.; BURNHAM, D.; HILL, C. (Org). O Livro da Filosofia. São Paulo: Globo, 2011.

CREWELLJ. W. Projeto de pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2a ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2007.

DESCARTES, R. Discurso do método. Porto Alegre: L&PM, 2011.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

HORKHEIMER, M. Eclipse da razão. São Paulo: Centauro, 2002. 187 p.

HORKHEIMER, M.; ADORNO, T. W. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1985.

KANT, I. Resposta a pergunta: Que é esclarecimento? Textos Seletos. Tradução Floriano de Sousa Fernandes. 3 ed. Editora Vozes: Petrópolis, RJ. 2005.

LÖWY, M. Ecologia e socialismo. São Paulo: Cortez Editora, 2005.

LEFF, E. Educação ambiental e desenvolvimento sustentável. In REIGOTA, Marcos (org.). Verde cotidiano: o meio ambiente em discussão. Rio de Janeiro: DP&A, 1999 (p.111-129).

LUKÁCS, G. Consciência de classe. In: VELHO, O. G.; PALMEIRA, M. G. S.; BERTELI, A. R. (Org.). Estrutura de classe e estratificação Social. Rio de Janeiro: Zahar, 1969. p. 15-57.

MARCUSE, H. A Ideologia da Sociedade Industrial – O homem unidimensional. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

MATOS, O. C. F. A Escola de Frankfurt: luzes e sombras do iluminismo. São Paulo: Moderna, 1993.

MARX, K. Manuscritos econômico-filosóficos de 1844. Lisboa: Avante, 2010.

MARX, K; ENGELS, F. A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo, 2007.

MÉZÁROS, I. Para Além do Capital: rumo a uma teoria da transição. SP: Boitempo, 2002.

______. O marxismo hoje: entrevista com Mészáros. Crítica Marxista, Campinas, n. 3, p. 129-137, 1996.

MOREIRA, D. A. O método fenomenológico na pesquisa. São Paulo: Pioneira

Thomson, 2002.

NETTO, J. P.; YOSHIDA, M. M. C. Cultura, arte e literatura: textos escolhidos / Karl Marx e Friedrich Engels; – 1a Ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010.

PASSOS, R. D. F. Os meios de comunicação como instrumento de poder: Theodor Ludwig Wiesengrund Adorno (1903-1969) e a indústria cultural. Cadernos do PET Filosofia, Piauí, v. 2, n. 3, p.35-43, 2011. DOI: https://doi.org/10.26694/cadpetfil.v2i3.607

SILVA, M. W. M. Teoria Crítica na Era da Indústria Cultura. Ou: Uma Análise da Derrota do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Dissertação (Mestrado em Ciência da Literatura – Área Semiologia)- Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2006.

Téléchargements

Publiée

2019-07-18

Comment citer

Rosa, B. de O., & Antunes, E. W. (2019). INDÚSTRIA CULTURAL: MITOS SOBRE A NATUREZA. Revista Sergipana De Educação Ambiental, 6(1), 61 a 68. https://doi.org/10.47401/revisea.v7i1.11676