Educación en derechos humanos, estudios literarios y estudios culturales: notas para una agenda de discusión
DOI:
https://doi.org/10.20952/revtee.v19i38.24033Palabras clave:
Educación en Derechos Humanos (EDH), Estudios Culturales, Decolonialidad, Interseccionalidad, Estudios literariosResumen
Este artículo presenta una introducción a la necesidad de integrar la Educación en Derechos Humanos (EDH) con los Estudios Culturales (EC), examinando elementos históricos de los Estudios Literarios en Brasil en esta intersección. Este ensayo teórico busca delinear una agenda interdisciplinaria de discusión que confronte las desigualdades sociales y la persistente ignorancia de los derechos. La discusión establece una convergencia entre los campos, considerando la cultura como un campo de batalla y destacando la urgencia de enfoques decoloniales e interseccionales. Finalmente, refuerza que la EDH se fortalece al adoptar esta crítica cultural e histórica, proponiendo una agenda que articule la cultura como un campo de producción de significado para enfrentar los desafíos vinculados a los Derechos Humanos, con miras a la transformación social.
Descargas
Citas
ANTELO, R. (1998). Literatura comparada = Estudos culturais? Revista Cult, São Paulo.
ASSIS, M. de. (1899). Dom Casmurro. Rio de Janeiro: Garnier.
BASOMBRIO, C. (1992). Educación y ciudadanía: la educación para los derechos humanos en América Latina. Lima: CEAAL; IDL; Tarea.
BRASIL (1948). Declaração Universal dos Direitos Humanos. Adotada e proclamada pela Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Disponível em: https://www.un.org/pt/about-us/universal-declaration-of-human-rights. Acesso em: 24 out. 2025.
BRASIL (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal.
BRASIL (2012). Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Brasília: Conselho Nacional de Educação, Ministério da Educação.
BRASIL (2006). Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos.
BRASIL (2009). Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos.
CANDIDO, A. (1941). Apresentação. Clima, São Paulo, n. 1, p. 107–117.
CANDIDO, A. (1959). Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo: Martins, 1959.
CANDIDO, A. (1993). O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades.
CANDIDO, A. (2014). Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 11. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul.
CASTRO, V. M. de. (2021). Direitos humanos: diversos olhares. Organização de Alexandre Bernardino Costa, Nair Heloisa Bicalho de Sousa e Cléria Botelho da Costa. Brasília: EDU–UnB.
CEVASCO, M. E. (2003). As Dez Lições Sobre os Estudos Culturais. São Paulo: Boitempo Editorial.
CORRÊA, L. G. (2022). Interseccionalidade: um desafio para os estudos culturais na década de 2020. In SANTOS, L. H. S.; KARNOPP, L. B.; WORTMANN, M. L. C. (orgs.). O que são estudos culturais hoje? Diferentes praticantes retomam a pergunta do International Journal of Cultural Studies. São Paulo: Pimenta Cultural. Pgs. 123-141. DOI: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.96054.7
EXPRESSO61. Educação em Direitos Humanos: Nair Bicalho entrevista Vera Candau. Entrevista publicada em vídeo. YouTube, 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=EwPOyG60arj2r7ixv. Acesso em: 12 jun. 2024
FORNÄS, J. (2022). Estudos culturais: atravessando fronteiras, defendendo distinções. In SANTOS, L. H. S.; KARNOPP, L. B.; WORTMANN, M. L. C. (orgs.). O que são estudos culturais hoje? Diferentes praticantes retomam a pergunta do International Journal of Cultural Studies. São Paulo: Pimenta Cultural. Pgs. 57-78 DOI: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.96054.3
FREIRE, S. de M. (2013). O significado sócio-histórico dos direitos humanos, questão social e democracia no Brasil. Documento Especial. Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais – CRESS 6ª Região, Belo Horizonte, set. 2013.
FREYRE, G. (2003). Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Global, 2003.
HALL, S. (1980). Culture, media, language. Londres: Hutchinson, 1980.
HERRERA FLORES, J. (2009). A (re)invenção dos direitos humanos. Tradução de Carlos Roberto Diogo Garcia e Antônio
Henrique Graciano Suxberger. Florianópolis: Fundação Boiteux.
HERRERA FLORES, J. (2002). Direitos humanos, interculturalidade e racionalidade de resistência. Revista Sequência, Florianópolis: Fundação Boiteux, n. 44, p. 11–36.
HOGGART, R. (1957). The uses of literacy. Londres: Chatto and Windus.
HOLANDA, S. B. de. (1997). Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras.
ISHAY, M. R. (2013). Direitos humanos. Uma antologia. Principais escritos políticos, ensaios e documentos desde a Bíblia até o presente. São Paulo:Edusp.
JOHNSON, M.; & JOSEPH, Ralina L. Estudos culturais Negros são interseccionais. In SANTOS, L. H. S.; KARNOPP, L. B.; WORTMANN, M. L. C. (orgs.). O que são estudos culturais hoje? Diferentes praticantes retomam a pergunta do International Journal of Cultural Studies. São Paulo: Pimenta Cultural. Pgs. 142-153. DOI: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.96054.8
MORLEY, H. (1998). Minha vida de menina. Belo Horizonte: Itatiaia.
MOSCA, J.; & AGUIRRE, L. P. (1992). Direitos humanos: pautas para uma educação libertadora. Rio de Janeiro: Vozes.
MURRAY, S. (2022). Estudos culturais pós-digitais. In SANTOS, L. H. S.; KARNOPP, L. B.; WORTMANN, M. L. C. (orgs.). O que são estudos culturais hoje? Diferentes praticantes retomam a pergunta do International Journal of Cultural Studies. São Paulo: Pimenta Cultural. Pgs. 92-109. DOI: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.96054.5
NOVAMÉRICA. (1988). Plataforma Novamérica: Direitos Humanos e Cidadania. Rio de Janeiro: Novamérica.
OLIVEIRA, L. F. de; & CANDAU, V. M. F. (2010). Pedagogia decolonial e educação antirracista e intercultural no Brasil. In Educação em Revista, Belo Horizonte, v.26, n.01, p.15-40. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-46982010000100002 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-46982010000100002
POWERS, Devon. (2022). Em direção aos estudos culturais futuristas. In SANTOS, L. H. S.; KARNOPP, L. B.; WORTMANN, M. L. C. (orgs.). O que são estudos culturais hoje? Diferentes praticantes retomam a pergunta do International Journal of Cultural Studies. São Paulo: Pimenta Cultural. Pgs. 110-122. DOI: https://doi.org/10.31560/pimentacultural/2022.96054.6
RESTREPO, E. (2015). Antropología y estudios culturales: disputas y confluencias desde la periferia. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología e Historia.
SAID, E. W. (1993). Culture and imperialism. Londres: Chatto and Windus.
SANTOS, M. S. dos. (2021). Memória e ditadura militar: lembrando as violações de direitos humanos. Tempo Social, São Paulo, v. 33, n. 2, maio/ago. 2021. DOI: 10.11606/0103-2070.ts.2021.177990. DOI: https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2021.177990
SCHWARZ, R. (1997). Duas meninas. São Paulo: Companhia das Letras.
SILVA, G. F. da. (2023). Beber de outras fontes: metodologias descoloniais para continuar conhecendo. Contrapontos, Itajaí, v. 23, n. 1, p. 224–239, jan./dez. DOI: 10.14210/contrapontos.v23n1.p224-239 DOI: https://doi.org/10.14210/contrapontos.v23n1.p224-239
WALSH, C. (2009) Interculturalidad, Estado, Sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Ediciones Abya-
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Tempos e Espaços em Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
À Revista Tempos e Espaços em Educação ficam reservados os direitos autorais pertinentes a todos os artigos nela publicados. A Revista Tempos e Espaços em Educação utiliza a licença https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ (CC BY), que permite o compartilhamento do artigo com o reconhecimento da autoria.

