Ciberespaço e o Direito do Cavalo
Mots-clés :
Direito cibernético, tecnologia, fragmentação do direitoRésumé
No artigo “Cyberspace and the Law of the Horse”, Frank H. Easterbrook argumenta contra a criação de áreas especializadas do direito, como o “direito do ciberespaço”. Utilizando a metáfora do “direito do cavalo”, Easterbrook sustenta que o estudo de um campo específico, como o ciberespaço, não oferece insights suficientes para a compreensão do direito como um todo. Ele defende que os princípios gerais do direito são aplicáveis a qualquer nova tecnologia ou área, sem a necessidade de criar disciplinas específicas para cada nova questão emergente. Easterbrook critica a fragmentação do direito em áreas especializadas, afirmando que isso pode limitar o desenvolvimento de uma compreensão mais ampla e coesa das regras jurídicas. Em vez de focar em campos específicos, ele propõe que os acadêmicos e legisladores devam se concentrar em entender e aplicar os princípios jurídicos fundamentais, que são adaptáveis a diversas situações, incluindo aquelas que surgem com novas tecnologias como o ciberespaço.
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Références
EASTERBROOK, Frank H. Cyberspace and the Law of the Horse. University of Chicago Legal Forum, 1996,
p. 207.
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© Frank Easterbrook; Pedro André Guimarães Pires, Afonso Carvalho de Oliva 2025

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