DIVERSIDAD CULTURAL Y FORMACIÓN DOCENTE EN MOZAMBIQUE: ESTUDIO DE CASO, INSTITUTO DE FORMACIÓN DE PROFESORES DE INHAMIZUA
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v12i29.22800Palabras clave:
Multiculturalismo, Formación docente, Instituto de Formación de Profesores de InhamizuaResumen
La formación docente constituye uno de los grandes desafíos en una sociedad en la que la diversidad cultural es una reali dad, ya que la tendencia a inculcar competencias formativas está asociada a valores sociales, éticos, culturales y antropo lógicos. Desde esta perspectiva, se configura un relativismo sociocultural en los contextos de formación de educadores. En Mozambique, la formación basada en el relativismo cultural constituye una forma de respeto a la dignidad humana en el proceso de formación docente, por lo que es una de las prácticas que debe ser fomentada para respetar y garantizar mecanismos de convivencia pluriétnica. Este artículo tiene como objetivo analizar el lugar de la formación docente mul ticultural en Mozambique; discutir estrategias para gestionar fenómenos que evidencian la diversidad cultural en el aula y los aspectos inherentes al relativismo cultural en el contexto pedagógico. El estudio se realizó mediante una investiga ción cualitativa, problematizando de manera teórico-pragmática los conceptos y problemas del multiculturalismo en el contexto de la formación docente en Mozambique. El estudio de campo se basó en entrevistas realizadas a formadores de profesores de educación primaria en el Instituto de Formación de Profesores de Inhamizua, en los años 2019 y 2021.
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