EDUCACIÓN FÍSICA COMO PRÁCTICA DE RESISTENCIA CULTURAL EN LA FORMACIÓN DOCENTE: UNA REVISIÓN INTEGRADORA SOBRE ESCUELAS PROMOTORAS DE SALUD EN AMAZONAS
DOI:
https://doi.org/10.32748/revec.v12i29.23181Palabras clave:
Educación Física Escolar, Formación Docente, Escuelas Promotoras de Salud, Saberes PedagógicosResumen
Este artículo presenta una revisión integradora de la literatura sobre la relación entre la Educación Física Escolar, las Escuelas Promotoras de Salud (EPS) y la formación docente en el contexto amazónico. Considerando la urgencia de una formación crítica y culturalmente situada para los docentes de la red pública, el estudio analiza producciones científicas nacionales e internacionales que abordan los saberes pedagógicos, las prácticas colaborativas y los desafíos enfrentados en la implementación de acciones intersectoriales de salud en la escuela. Se incluyeron artículos publicados entre 2013 y 2024 en las bases de datos SciELO, Google Académico y ERIC. Los resultados apuntan a la relevancia de la Educación Física como eje integrador entre educación, cuidado y territorio, reforzando la necesidad de una formación docente basada en pedagogías críticas, metodologías colaborativas y la producción de recursos educativos contextualizados. El artículo concluye que las EPS pueden actuar como espacios de resistencia cultural y transformación social, especialmente en regiones marcadas por vulnerabilidades históricas y desigualdades educativas.
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