Marcas de una experiencia en la formación de promotores ambientales en la administración pública
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v13.23332Palabras clave:
actividades de campo, extensión universitaria, narrativasResumen
Este trabajo presenta y analiza narrativas sobre actividades de campo que formaron parte de un curso de capacitación para promotores ambientales, dirigido a servidores públicos en la ciudad de Monte Alto/SP. Las actividades analizadas consistieron en visitas a la Cooperativa Acácia y al Centro Municipal de Educación Ambiental del Parque Basalto, en Araraquara. Los datos fueron compilados a partir de siete narrativas preparadas por los organizadores del curso. Como metodología de análisis, utilizamos el Análisis de Contenido y desarrollamos tres categorías a posteriori (A - Reflexión Crítica, B - Proceso Formativo y Educativo, C - Memorias, Percepciones y Afecto). En total, 18, 12 y 14 unidades de registro fueron categorizadas en cada categoría, respectivamente. Los resultados, validados ciegamente por cuatro analistas, destacaron la importancia de la reflexión crítica, la capacitación y las experiencias de campo en la formación de los participantes. Las actividades de campo en la Cooperativa Acácia y CMEA-Basalto provocaron reflexiones críticas y afectivas en los participantes, según el equipo pedagógico. La inmersión en el campo, con intercambios y diálogos, favoreció una percepción más profunda y diversa de la realidad, en contraste con la lógica individualista y unilateral de la enseñanza tradicional. Estas consideraciones apuntan al potencial transformador de las experiencias de campo, fundamental para una educación ambiental dialógica y problematizadora.
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