Scolarisation dans les communautés traditionnelles et éducation environnementale critique : tensions, dialogues émancipateurs et perspectives de transformation socio-environnementale

tensões, diálogos emancipatórios e perspectivas de transformação socioambiental

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24906

Mots-clés :

Educação ambiental, Conhecimento tradicional, Formação de professores, Interculturalidade, Justiça ambiental

Résumé

Cet article analyse les tensions et les possibilités qui émergent de la scolarisation dans les territoires des communautés traditionnelles, en les articulant au champ de l’Éducation environnementale critique (EEC). S’inscrivant dans une approche théorico-réflexive, de nature qualitative et fondée sur une revue bibliographique critique, l’étude s’appuie sur des auteurs tels que Paulo Freire, Boaventura de Sousa Santos, Edgar Morin, Isabel Carvalho, Carlos Loureiro et Enrique Leff afin de problématiser le modèle scolaire hégémonique en tant que vecteur de colonialité épistémique. Dans ce contexte, il s’agit d’examiner dans quelle mesure l’école, historiquement marquée par l’homogénéisation culturelle, peut être reconfigurée comme un espace de médiation entre le savoir scientifique et les savoirs traditionnels. Il est soutenu que l’EEC, en articulant justice socio-environnementale, écologie des savoirs et interculturalité critique, offre des bases théoriques et pédagogiques pour la construction de pratiques éducatives émancipatrices. L’article analyse également les défis de la formation des enseignants dans des contextes culturellement diversifiés, ainsi que le rôle de la sensibilité esthétique dans la constitution de sujets écologiques. Il conclut que le rapprochement entre l’Éducation environnementale critique et l’éducation en contextes traditionnels ne se limite pas à élargir les possibilités formatives de l’école, mais constitue un impératif éthique et politique face aux crises socio-environnementales contemporaines.

     

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Bibliographies de l'auteur

Wilder Max Vieira dos Santos, Unisul

Doutorando em Educação pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Mestre em Letras (2018) pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Especialista em Tecnologias Digitais para o Ensino Profissional e Tecnológico pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) (2025), em Língua Portuguesa e Ensino pela Universidade do Norte (UNINORTE) (2008), em Libras pela Uniasselvi (2019) e em Gestão Escolar pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) (2016). Graduado em Letras, com habilitação em Língua Portuguesa e Inglesa, pela Universidade Tiradentes (2005). Possui experiência consolidada na área da Educação, com atuação por 14 anos como gestor escolar na Rede Municipal de Ensino de Manaus, além de experiência em Coordenação Pedagógica. Atualmente, atua como professor de Língua Portuguesa e Língua Inglesa na Rede Municipal de Ensino de Manaus e no Ensino Superior, em cursos de licenciatura e bacharelado. Integra, desde 2024, o Núcleo de Pesquisa em Educação e Conservação da Biodiversidade (Nupec-Bio), no qual desenvolve atividades e pesquisas em Educação Ambiental, com atuação em comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas e pesqueiras), com ênfase em práticas educativas voltadas à sociobiodiversidade. É membro da Rede Marangatu, rede de pesquisa e cooperação acadêmica voltada à conservação da biodiversidade e à valorização dos saberes de comunidades tradicionais.

Rodrigo Rodrigues de Freitas, Universidade do Sul de Santa Catarina

É doutor em Ambiente e Sociedade pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), biólogo (2002) e mestre em Geografia (2005) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Realizou especialização (2004) em 'Gestão para o Ecodesenvolvimento de Zonas Costeiras' pela Universidade para a Cooperação Internacional (UCI) da Costa Rica. Na Amazônia Acreana atuou como consultor para o WWF-Brasil, Cooperação Técnica Alemã (GIZ), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Governo Estadual. Foi consultor do Ministério do Meio Ambiente pelo PNUD (Convenção de Ramsar para conservação das áreas úmidas) e GEF-MAR. É conselheiro da Área de Proteção Ambiental Federal da Baleia Franca pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UniSul). Atua como membro do Grupo de Assessoramento Técnico (GAT) do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ecossistemas Lacustres e Lagunares do Sul do Brasil (PAN Lagoas do Sul). Desempenha as funções de professor permanente do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação da UNISUL, onde orienta na linha de pesquisa Educação em Ciência e coordena o Núcleo de Pesquisa em Educação e Conservação da Biodiversidade (NUPEC-Bio). 

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Publiée

2026-10-16

Comment citer

Vieira dos Santos, W. M., & Rodrigues de Freitas, R. (2026). Scolarisation dans les communautés traditionnelles et éducation environnementale critique : tensions, dialogues émancipateurs et perspectives de transformation socio-environnementale: tensões, diálogos emancipatórios e perspectivas de transformação socioambiental. Revista Sergipana De Educação Ambiental, 13, 1–25. https://doi.org/10.47401/revisea.v13.24906

Numéro

Rubrique

Fluxo contínuo