É brincando que se aprende ou se forma? Uma experiência de Educação Ambiental em uma escola pública sergipana

Auteurs

  • Mônica Andrade Modesto
  • Maria Inêz Oliveira Araujo

DOI :

https://doi.org/10.47401/revisea.v1i1.3211

Mots-clés :

Ludicidade, Qualidade de Vida, Educação Ambiental, Prática de Ensino, Aprendizagem Significativa.

Résumé

O ensino é uma prática educativa e como tal deve ser capaz de transformar a realidade do aluno. Este aluno, por sua vez, precisa encontrar um significado no ensino para que tenha estímulo em aprender significativamente. O presente artigo apresenta os resultados de uma experiência de prática de ensino que buscou verificar como as atividades lúdicas, fundamentadas na aliança entre teoria e prática, possibilitam às crianças a compreensão da importância dos cuidados com a saúde.  Dessa forma, os envolvidos puderam construir um valor acerca da saúde, a fim de que pudessem perceber que esta faz parte da qualidade de vida, desenvolvendo, desse modo, um trabalho transversal de Educação Ambiental. Destarte, busca-se demonstrar que a aprendizagem significativa é possível de acontecer quando se criam possibilidades para a construção do conhecimento.  
Palavras-chave: Ludicidade, Qualidade de Vida, Educação Ambiental, Prática de Ensino, Aprendizagem Significativa.

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Bibliographies de l'auteur

Mônica Andrade Modesto

Aluna regular do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe, professora de educação básica do quadro permanente da Secretaria de Estado da Educação (SEED/SE). E-mail: monicamodesto1@gmail.com

Maria Inêz Oliveira Araujo

Doutora em Educação com pós-doutoramento na mesma área. Professora associada do Departamento de Educação da Universidade Federal de Sergipe. E-mail: inezaraujo58@hotmail.com

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Publiée

2014-12-12

Comment citer

Modesto, M. A., & Araujo, M. . I. O. (2014). É brincando que se aprende ou se forma? Uma experiência de Educação Ambiental em uma escola pública sergipana. Revista Sergipana De Educação Ambiental, 1(1), 101–117. https://doi.org/10.47401/revisea.v1i1.3211