As correntes da Geografia e da Educação Ambiental presentes na BNCC e nas DCNEA
DOI:
https://doi.org/10.47401/revisea.v8i1.15871Keywords:
Base Nacional Comum Curricular. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Educação Ambiental. Geografia.Abstract
Geography and Environmental Education-EA are fields of knowledge that, through their references, enable human beings to have different forms of interpretation and interaction with space. Thus, this research aims to investigate which currents of geographical thought and EA are present in the National Common Curricular Base-BNCC and in the National Curriculum Guidelines for Environmental Education-DCNEA. A qualitative critical analytical study was carried out on these documents, with the aid of the qualitative data analysis software ATLAS.ti, based on the coding cycles of Saldaña (2013). The main results point out that BNCC emphatically presents the critical, humanistic and socio-environmental currents of Geography and the currents called moral/ethics, naturalistic, critical, conservationist and EA sustainability. In the DCNEA the regional, humanist, socio-environmental currents and the criticism of Geography and the currents moral/ethics, criticism, systemic, humanistic, scientific, ecoeducation, sustainability and praxic currents appear.
Downloads
References
ANDRADE, Manuel Correia De. Geografia, ciência da sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo, SP: Atlas, 1987.
BEHREND, Danielle Monteiro; COUSIN, Cláudia Da Silva; GALIAZZI, Maria Do Carmo. Base Nacional Comum Curricular: O Que Se Mostra De Referência À Educação Ambiental? Ambiente & Educação, Rio Grande do Sul, RS, v. 23, n. 2, p. 74–89, 2018.
BRASIL. LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999: Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. BRASIL. Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política nacional de educação ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 28 abr. 1999. Diário Oficial, Brasília, DF, 1999. p. 2. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/educacaoambiental/lei9795.pdf>Acesso em 30 mai 2021
BRASIL. Base Nacional Comum CurricularMinistério da Educação, Brasília, DF, 2018. p. 600. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/21666/15916> Acesso em 30 mai 2021
BRASIL, Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação Conselho Pleno. Resolução No 2, De 15 De Junho De 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2012. p. 70.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. 6. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2012.
CHRISTOFOLETTI, Antônio. Perspectivas da Geografia. 2. ed. São Paulo, SP: Defel, 1985.
CLAVAL, Paul. A revolução pós-funcionalista e as concepções atuais da geografia. In: MENDONÇA, Francisco; KOZEL, Salete (Eds.). Elementos de Epistemologia da Geografia Contemporânea. Curitiba, PR: UFPR, 2009. p. 11–43.
CORREA, Roberto Lobato. Região organização espacial. São Paulo, SP: Ática, 1986.
FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. 36. ed. São Paulo, SP: Paz & Terra, 2014.
GRÜN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP, 2012.
GUIMARÃES, Mauro. Educação Ambinetal Crítica. In: Identidades da Educação Ambiental Brasileira. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2004. p. 25–34.
LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação ambiental crítica: Do socioambientalismo às sociedades sustentáveis. Educacao e Pesquisa, São Paulo, SP, v. 35, n. 1, p. 145–163, 2009.
LIMBERGER, Leila. Abordagem sistêmica e complexidade na geografia. Geografia, Rio Claro, SP, v. 15, n. 2, p. 95–109, 2006.
LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Educação ambiental tranformadora. In: Identidades da Educação Ambiental Brasileira. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2004. p. 65–84.
MENDONÇA, Francisco. Geografia Socioambiental. In: MENDONÇA, Francisco; KOZEL, Salete (Eds.). Elementos de Epistemologia da Geografia Contemporânea. Curitiba, PR. p. 121–144.
MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. 21 ed. ed. São Paulo, SP: Anablume, 2007.
SAHEB, Daniele. A Educação Ambiental na formação em Pedagogia. 2008. Dissertação (Mestrado) Programa de Pós-Graduação de Educação- Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, 2008. Disponível em: <http://www.ppge.ufpr.br/teses/teses/M08_saheb.pdf>. Acesso em 30 mai 2021
SAHEB, Daniele. Os saberes socioambientais e a formação do educador ambiental sob o foco da complexidade. 2013. Tese (Doutorado) Programa de Pós-Graduação de Educação- Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, 2013. Disponível em: < https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/36381 > Acesso em 30 mai 2021
SANTOS, Milton. Espaço e Sociedade. Petrópolis, RJ: Vozes, 1979.
SAUVÉ, Lucie. Uma cortografia das correntes em educação ambiental. In: SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel Cristina Moura (Eds.). Educação Ambiental: Pesquisa e Desafios. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. p. 17–44.
SOUZA, Carolina Gusmão et al. As principais correntes do pensamento geográfico: uma breve discussão da categoria de análise de lugar. Enciclopédia Biosfera. Centro Cientifico Conhecer, Santa Maria, RS, v. 07, 2009. Disponível em: <https://docplayer.com.br/5393785-As-principais-correntes-do-pensamento-geografico-uma-breve-discussao-da-categoria-de-analise-de-lugar.html>
TUAN, Yu Fu. Espaço e Lugar: a perspectiva da experiência. São Paulo, SP: DIFEL, 1983.
VESENTINI, José William. Geografia Crítica e Ensino. In: OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino De (Ed.). Para onde vai o ensino de Geografia? São Paulo, SP: Contexto, 1994. p. 30–38.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).



















